CAMILO E A TORRE DA MARCA
Torre da Marca , referida por Camilo Castelo Branco num dos seus primeiros poemas, a propósito de um duelo ali travado em 1845. Toda a zona circundante adoptou como topónimo esta designação. Uma luva se vio cahir em terra, Prestes braço se vio alevantal-a: Convieram no lugar — Torre da Marca — Quaes armas devem ser? — sejam bengalas, E quatro horas da tarde as horas sejam — Segunda feira o dia — Quem falta é frágil — Tremi ao ver finar vidas tão caras! Julguei ver a meus pés em postas feitos Dous corpos tão gentis! caras tão bellas! Camilo Castello Branco, Pundonores Desagravados , 1845. Ilustrações: gravura oitocentista do Archivo Pittoresco e postal ilustrado c. 1920. Ajude o P ORTO DESAPARECIDO originaL, CLICANDO NOS PATROCINADORES E ANUNCIANTES. Obrigado. Bem haja!