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A mostrar mensagens de novembro, 2013

PONTE LUIZ I

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Excerto de capítulo do PORTO DESAPARECIDO de MARINA TAVARES DIAS e MÁRIO MORAIS MARQUES     « [...]  Eiffel subscreveu um anteprojecto cujo tabuleiro inferior dispunha de uma ponte levadiça para dar passagem a navios até 35 metros de altura de mastreação, mas Seyrig foi o vencedor, embora tivesse apresentado a proposta mais dispendiosa. A ponte seria construída entre 1881 e 1886. O tabuleiro superior foi inaugurado a 31 de Outubro deste mesmo ano e a construção baptizada com o nome do monarca reinante Luiz I. [.../...] » postais ilustrados edição Paulo Guedes,  cromolitografia a partir de fototipia e fotografia da época.

A MENINA OITOCENTISTA SEMPRE JOVEM

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Costumes dos Arredores do Porto. Postal ilustrado em fototipia com cor litografada, provavelmente a partir de fotografia original de Emilio Biel. Edição lisboeta SR. Os bilhetes postais ilustrados editados entre 1904 e 1914 repetiram inúmeras vezes as imagens de 'clichés'  mais antigos, frequentemente obtidos por outros editores ou mesmo por fotógrafos ou 'ateliers' fotográficos entretanto desaparecidos. O exemplo desta edição alfacinha dos costumes do Norte é apenas um entre centenas. A cromolitografia oitocentista que cronologicamente o antecede prova a origem ancestral desta edição, decerto posterior a 1906. PORTO DESAPARECIDO © de MARINA TAVARES DIAS e MÁRIO MORAIS MARQUES (postal ilustrado enviado pelos amigos da página oficial do  PORTO DESAPARECIDO © Marina Tavares Dias e Mário Morais Marques)

OS TEMPOS DOS JORNAIS VESPERTINOS

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Sucursal do vespertino Diário de Lisboa , na Praça da Liberdade, por cima do desaparecido salão de chá da Confeitaria Arcádia . Década de 1950. ilustração de: PORTO DESAPARECIDO de MARINA TAVARES DIAS e MÁRIO MORAIS MARQUES (capítulo 'A Praça Nova')

DAS «HORTAS» À LIBERDADE

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« Praça Nova das Hortas lhe chamaram, em meados de setecentos. Praça da Liberdade a designam hoje em dia. Muito difícil se torna, na actualidade, imaginar como seria há trezentos anos essa zona limítrofe da cidade, situada fora de muralhas, no meio de campos de semeadura e laranjais. Em ciclos de um século ganhou importância, atraiu gente, encheu-se de movimento e foi cenário dos mais diversos e significativos acontecimentos. Continua a ser palco de grandes eventos. É “à Praça" que o portuense acorre em dias de festejos populares,   em noite de eleições é aí que aplaude a vitória do partido político preferido, em momentos de grande alegria é “na Praça" que comemora o triunfo do clube de futebol da sua predilecção. Na designação simples e expedita de "Praça" englobam-se mais dois espaços urbanos que a velha Praça Nova criou, ao transbordar dos seus limites originais em direcção a Norte: a Avenida dos Aliados e a Praça do General Humberto Delgado. Divididos por placa...

Pormenores publicitários d'A BRASILEIRA do Porto

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Pormenores de bilhetes postais publicitários d' A Brazileira e da sua presença nos cartazes pelas ruas do Porto (só muito depois da modificação ortográfica de 1912 passaria a utilizar-se a grafia com um «s», pois a fachada ostentou o «z» até às obras da década de 1930). A Brasileira, como já aqui referimos várias vezes, é nosso tema de eleição. Foi fundada por Adriano Telles no Porto, na Rua Sá da Bandeira, em 1903. Em 1905 abriria, em Lisboa, A Brazileira do Chiado, ponto de encontro da geração da revista ORPHEU. Em 1911, a mesma firma inaugurou a Brasileira do Rossio, o seu segundo café na capital. PORTO DESAPARECIDO de MARINA TAVARES DIAS e MÁRIO MORAIS MARQUES capítulo: A BRAZILEIRA IMAGENS: Arquivo Marina Tavares Dias

Capítulo A BRASILEIRA (excerto)

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Com o mesmo ar ladino do fundador da casa, e como ele emblemático do estabelecimento, o «velhote da chávena», logotipo da Brasileira desde 1903, estabeleceu-se como símbolo único em Maio de 1910. Antes disso, o cabeçalho do jornal mostrara uma senhora brasileira à mesa do café (a identificação era fácil, pois estava sentada entre folhas de palma, com um papagaio). E embora a estampa do velho de casaca fosse ocasionalmente usada nos anúncios em fototipia, ainda não se encomendara uma versão «portuguesa» do cartaz. Isto porque, ao contrário daquilo que foi crença ao longo das gerações, o célebre símbolo não teve origem nacional. Adriano Telles e Adolpho de Azevedo tinham-no escolhido entre muitas litografias semelhantes, num catálogo alemão impresso em Leipzig. Mais tarde, o segundo utilizaria a versão feminina para adornar a fachada da Brasileira de Braga. Nas preciosas pisadas do seu reinventor, o «velhote da chávena» viria a envolver-se também em polémicas várias, quando, separa...

PORTO DESAPARECIDO no Goodreads

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       A página do PORTO DESAPARECIDO     de MARINA TAVARES  DIAS E MÁRIO MARQUES    no Goodreads.    Do Porto para o mundo.    Vivó Porto!!!     O NOSSO PORTO DESAPARECIDO Capítulo 'A PRAÇA NOVA' (ilustração)                            http://www.goodreads.com/book/show/16281273-porto-desaparecido

S. Bento da Avé Maria

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Em PORTO DESAPARECIDO   de Marina Tavares Dias  e Mário Morais Marques «No preciso local onde hoje se ergue a Estação de S. Bento existiu, até finais do século XIX, o belo edifício do convento beneditino das freiras de S. Bento da Avé Maria. Entre os inúmeros objectos do seu recheio que sucessivos leilões dispersaram venerava-se, ainda em 1894, ano da demolição, um livrinho do tamanho de uma caixa de fósforos de cera. [...] as freiras guardavam-no numa caixa de xarão com embutidos de cor [...] uma minúscula edição da "Regra de S. Bento", e a ela se associava uma das muitas lendas do convento . »   (excerto e ilustrações do capítulo O Convento de Avé Maria)