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A mostrar mensagens de dezembro, 2013

Recolhidas, educandas, protegidas,meninas de coro, criadas...

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[...] É do período que decorre entre os anos de 1834 e 1894 que melhores testemunhos escritos nos chegaram e melhores imagens se recolheram do convento. O número de freiras professas vai diminuindo mas, com recolhidas, educandas, protegidas, meninas de coro e criadas seculares, continua o convento cheio   (.../...). em PORTO DESAPARECIDO de MARINA TAVARES DIAS e  MÁRIO MORAIS MARQUES, 2002             (pequeno excerto do capítulo «O Convento de Avé-Maria»)
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POSTAIS A CORES, TAKE 3 Ultimamente, temos recebido inúmeras ofertas de postais ilustrados dos primórdios da moda dos bilhetes topográficos a cores (alguns impressos ainda antes da vulgarização das tipografias de rotativa). Alguns da década de 1950, outros dos anos 60 e 70. Agradecemos a todos os leitores que, tão gentilmente, nos sugerem novos capítulos baseados em iconografia recente. Afinal, a cidade (arredores e cidades limítrofes incluídos) tem mudado tanto nas últimas décadas... Aqui estão alguns exemplos das ofertas, com um agradecimento a todos, por ser impossível agradecer individualmente. Desta vez, temos Gaia, Matosinhos e Leixões.
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PORTO DESAPARECIDO O original. O de MARINA TAVARES DIAS e MÁRIO MORAIS MARQUES. POSTAIS A CORES, TAKE 2 Ultimamente, temos recebido inúmeras ofertas de postais ilustrados dos primórdios da moda dos bilhetes topográficos a cores (alguns impressos ainda antes da vulgarização das tipografias de rotativa). Alguns da década de 1950, outros dos anos 60 e 70. Agradecemos a todos os leitores que, tão gentilmente, nos sugerem novos capítulos baseados em iconografia recente. Afinal, a cidade tem mudado tanto nas últimas décadas... Aqui estão alguns exemplos das ofertas, com um agradecimento a todos, por ser impossível agradecer individualmente.

OS POSTAIS DO PORTO NO ADVENTO DA IMPRESSÃO A CORES

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Inicialmente, utilizámos sobretudo bilhetes postais ilustrados topográficos, em fototipia e anteriores a 1930, como ilustrações dos textos do PORTO DESAPARECIDO   original, de MARINA TAVARES DIAS  e MÁRIO MORAIS MARQUES . Cada capítulo, especialmente centrado na História da cidade até ao início do século XX, assim o exigiu. As fotografias mais modernas surgiram, por vezes, como contraste com as antigas. Ultimamente, temos recebido inúmeras ofertas de postais ilustrados dos primórdios da moda dos bilhetes topográficos a cores (alguns impressos ainda antes da vulgarização das tipografias de rotativa). Alguns da década de 1950, outros dos anos 60 e 70. Agradecemos a todos os leitores que, tão gentilmente, nos sugerem novos capítulos baseados em iconografia recente. Afinal, a cidade tem mudado tanto nas últimas décadas... Aqui estão alguns exemplos das ofertas, com um agradecimento a todos, por ser impossível agradecer individualmente.

A BRASILEIRA e OS LUSÍADAS

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Excerto do capítulo sobre  A BRASILEIRA   PORTO DESAPARECIDO  de MARINA TAVARES DIAS   e   MÁRIO MORAIS MARQUES : «Nas páginas do jornal «A Brazileira» encontram-se, desde o início da publicação, preciosas referências aos hábitos de consumo do café, no Porto e em Lisboa. Entre os artigos de fundo e os anúncios a fornecedores e clientes, Adriano Telles arranjava sempre espaço para mais um poema à sua paixão.[.../...] O "freguês" Pires de Lima não fica aquém do seu mentor quando, a 4 de Maio de 1905 [...], escreve:  "Os célebres Goncourt propuseram que um literato escrevesse, sucessivamente, três livros, estimulando o cérebro uma vez com café, outra com chá e a terceira com álcool, e que se estudasse a influência que essas substâncias podiam ter na génese das obras de arte. Parece-me que a experiência ainda não foi feita e a literatura actual muito teria a lucrar, se ela fosse tentada no nosso país. Se as bebidas chamadas intelectuais influem...

UMA PONTE PARA A LINHA FÉRREA

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[... / ...] O primeiro estudo previa a passagem do rio no Areinho e a estação no fundo do Freixo indo ligar à linha do Minho e Douro em Rio Tinto. O segundo estudo coincidia com o primeiro numa extensão aproximadamente de dois quilómetros. Depois virava à direita e fazia a travessia no lugar da Pedra Salgada, flectia à esquerda para parar no Campo do Cirne, actualmente designado de Campo 24 de Agosto, juntando-se aí com as linhas do Minho e Douro. De acordo com estes planos chegaram os trabalhos a iniciar-se com a construção de um extenso túnel entre a actual Avenida da República e Oliveira do Douro. Abandonado posteriormente, seria essa construção adquirida pela empresa Real Vinícola que a utiliza actualmente como armazém. O terceiro traçado seguiria das Devesas em direcção à Serra do Pilar atravessando-a em túnel. Depois, faria a travessia do rio entre escarpas e passando de novo em túnel, sob o edifício do actual Colégio dos Órfãos, alcançaria o Cimo de Campanhã onde encontraria as ...

Espinho no tempo das barraquinhas listadas de azul

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[...] «Espinho dividia-se em dois bairros: um muito pobre e outro muito rico. O primeiro configurava a praia antiga, para poente, alinhando cabanas de pescadores. O segundo encostava-se à estação do caminho-de-ferro e era frequentado pelos veraneantes endinheirados. Sucessivos avanços do mar destruiriam a maior parte daquilo que constituiu o bairro típico. Mão humana faria desaparecer, de modo igualmente implacável, o que foi poupado pela água.» MARINA TAVARES DIAS em revista VISÃO  (secção PHOTOGRAPHIAS DE VERÃO; Agosto 2011)

Rua dos Clérigos no início do século XX

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PORTO DESAPARECIDO © Marina Tavares Dias e Mário Morais Marques . Rua dos Clérigos no início do século XX. Prova em albumina.  ARQUIVO MARINA TAVARES DIAS