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A estátua equestre de D. Pedro IV. Ou seja, a mais famosa estátua do Porto

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«[...] Quando foram retiradas as grades que protegiam o grupo escultórico, temendo que pudessem os relevos em mármore ser danificados, deliberou o Município substitui-los por réplicas em bronze. Os relevos em bronze resistem, mas tantos têm sido os recentes ataques ao monumento que até a própria espada de D. Pedro já foi roubada. [...]» «[...] Com a presença dos reis D. Luís e D. Fernando, no meio de salvas, repique de sinos e girândola de foguetes, realizaram-se os festejos da inauguração a 19 de Outubro de 1866. Fazendo a guarda de honra e envergando os seus velhos uniformes, lá estavam os veteranos das lutas liberais. [...]» in PORTO DESAPARECIDO de MARINA TAVARES DIAS e MÁRIO MORAIS MARQUES (2002)

D. PEDRO IV na nossa bela estátua equestre

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Ao atribuir, em 1833, o nome de D. Pedro à antiga Praça Nova das Hortas, quis a Câmara orná-la com um monumento em honra do Rei-Soldado. Por isso, solicitou autorização ao Governo para fundir as peças de artilharia deixadas pelo inimigo, assim obtendo o metal necessário. Abriu-se concurso para elaboração do modelo e subscrição pública para obtenção das verbas. O governo autorizou a pretensão. Concorreram vários artistas mas, por falta de dinheiro, a Câmara desistiu do intento. Em 1837, nova tentativa, igualmente falhada. Em 1862, a terceira tentativa, dando razão ao ditado popular, foi coroada de êxito. O dinheiro da subscrição pública continuava a ser escasso, mas a Câmara Municipal, contraindo um empréstimo, decidiu levar em frente o empreendimento. Aberto novo concurso público, foi escolhido o modelo apresentado por Anatole Calmels, artista que em Lisboa, nesse momento, trabalhava no grupo escultórico do Arco da Rua Augusta. O monumento consiste numa estátua equestre, fundida em b...