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A mostrar mensagens de setembro, 2014

O Teatro de Camões

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Aqui está o Teatro Camões, que também foi chamado de Teatro Chalet, na esquina da Rua de Camões com a actual de Alferes Malheiro. Coincide com o actual espaço exterior (com frente para a Rua de Camões) da actual estação do metro da Trindade. Mário Morais Marques em https://pt-pt.facebook.com/livroportodesaparecido Fotografia: Feira do Carvão e Teatro de Camões por Emílio Biel

A NOVA AVENIDA

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Praça Nova (da Liberdade) durante as obras para abertura da Avenida dos Aliados, 1916. Capítulo «A Praça Nova», PORTO DESAPARECIDO, livro de Marina Tavares Dias e Mário Morais Marques. 2002.

VALONGO

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Valongo: o edifício do antigo teatro/cinema. A Câmara parece mais interessada em parques de estacionamento, mas esta preciosidade tem de ser salva. O edifício do cinema de Valongo, fotografado hoje: SOS Património ou uma junta de freguesia cega, surda e muda.

Os janotas portuenses e as freiras de S. Bento de Avé-Maria

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É do período que decorre entre os anos de 1834 e 1894 que melhores testemunhos escritos nos chegaram e melhores imagens se recolheram do mosteiro. O número de freiras professas vai diminuindo mas, com recolhidas, educandas, protegidas, meninas de coro e criadas seculares, continua o convento cheio.  A fama e o mistério das «mulheres bonitas escondidas atrás dos muros e passeando-se entre o claustro e o coro» estimula os janotas portuenses. Os que se dedicam à prosa, servem-se do convento como cenário das suas histórias, pontilhadas de heróis – reais ou fictícios – apaixonados pelas caras frescas e rosadas que se vislumbram, de touca, na grade do locutório e às janelas do coro. Imaginam-nos mesmo pulando a cerca, altas horas da noite, iluminados pelo luar e munidos de escadas de corda, para irem ao encontro dos seus amores proibidos. [...] (continua no livro) PORTO DESAPARECIDO de  MARINA TAVARES DIAS e MÁRIO MORAIS MARQUES

O Convento de Avé-Maria no final de Oitocentos

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Em finais do séc. XIX pouco restava do edifício que D. Manuel I mandara erigir. Fora acrescentado e alterado sucessivamente, datando as ultimas construções de último quartel de Setecentos, época em que igreja, coros e claustros substituíram os anteriores, destruídos pelo incêndio de 1783. O edifício era delimitado a sul pela Rua do Loureiro, acabando num extenso pátio lajeado, para onde se abria a porta da igreja e as janelas dos coros; a norte, cercava-o o pano de muralhas que descia da Batalha à Porta dos Carros (para onde davam as janelas do refeitório e dormitórios); a poente, ladeava o largo da Feira de S. Bento (sob as pequenas janelas de cozinhas e fornos); a nascente, limitava-o a vasta cerca, ou pomar, como lhe chamavam as freiras. [.../...] (continua no livro) PORTO DESAPARECIDO de MARINA TAVARES DIAS e  MÁRIO MORAIS MARQUES