Pesquisar neste blogue

domingo, 21 de dezembro de 2014

O TEMPO DAS LOJAS DE BRINQUEDOS





Bazar dos Três Vinténs, cuja placa de azulejos persiste, recordando as cativantes memórias de Ruben A. em «O Mundo à Minha Procura».

Fotografia: ARQUIVO MARINA TAVARES DIAS, 2013. — em Rua de Cedofeita. PORTO DESAPARECIDO © Marina Tavares Dias e Mário Morais Marques. 

sábado, 18 de outubro de 2014

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

O Rei D. Manuel no Porto. 1909

Durante a única viagem do último rei de Portugal - D. Manuel II - ao Porto, decorreu a cerimónia de colocação da primeira pedra para o futuro monumento aos mortos da Guerra Peninsular. O fotógrafo Joshua Benoliel esteve na rotunda da Boavista, onde captou os instantâneos que fizeram reportagem na revista Illustração Portugueza.




sábado, 27 de setembro de 2014

O Teatro de Camões





Aqui está o Teatro Camões, que também foi chamado de Teatro Chalet, na esquina da Rua de Camões com a actual de Alferes Malheiro. Coincide com o actual espaço exterior (com frente para a Rua de Camões) da actual estação do metro da Trindade.


Mário Morais Marques
em
https://pt-pt.facebook.com/livroportodesaparecido
Fotografia:
Feira do Carvão e Teatro de Camões
por
Emílio Biel



quinta-feira, 18 de setembro de 2014

A NOVA AVENIDA





Praça Nova (da Liberdade) durante as obras para abertura da Avenida dos Aliados, 1916.

Capítulo «A Praça Nova», PORTO DESAPARECIDO, livro de Marina Tavares Dias e Mário Morais Marques. 2002.

sábado, 13 de setembro de 2014

VALONGO



Valongo: o edifício do antigo teatro/cinema. A Câmara parece mais interessada em parques de estacionamento, mas esta preciosidade tem de ser salva.




O edifício do cinema de Valongo, fotografado hoje:
SOS Património ou uma junta de freguesia cega, surda e muda.

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Os janotas portuenses e as freiras de S. Bento de Avé-Maria

É do período que decorre entre os anos de 1834 e 1894 que melhores testemunhos escritos nos chegaram e melhores imagens se recolheram do mosteiro. O número de freiras professas vai diminuindo mas, com recolhidas, educandas, protegidas, meninas de coro e criadas seculares, continua o convento cheio. 






A fama e o mistério das «mulheres bonitas escondidas atrás dos muros e passeando-se entre o claustro e o coro» estimula os janotas portuenses. Os que se dedicam à prosa, servem-se do convento como cenário das suas histórias, pontilhadas de heróis – reais ou fictícios – apaixonados pelas caras frescas e rosadas que se vislumbram, de touca, na grade do locutório e às janelas do coro. Imaginam-nos mesmo pulando a cerca, altas horas da noite, iluminados pelo luar e munidos de escadas de corda, para irem ao encontro dos seus amores proibidos.
[...]
(continua no livro)

PORTO DESAPARECIDO
de 
MARINA TAVARES DIAS
e
MÁRIO MORAIS MARQUES