sábado, 18 de outubro de 2014
A demolição do convento
Destruição da igreja do Convento de Ave-Maria, onde hoje está a Estação de S. Bento. Em PORTO DESAPARECIDO de Marina Tavares Dias e Mário Morais Marques. Fotografia de Aurélio da Paz dos Reis.
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
O Rei D. Manuel no Porto. 1909
Durante a única viagem do último rei de Portugal - D. Manuel II - ao Porto, decorreu a cerimónia de colocação da primeira pedra para o futuro monumento aos mortos da Guerra Peninsular. O fotógrafo Joshua Benoliel esteve na rotunda da Boavista, onde captou os instantâneos que fizeram reportagem na revista Illustração Portugueza.
sábado, 27 de setembro de 2014
O Teatro de Camões
Mário Morais Marques
em
https://pt-pt.facebook.com/livroportodesaparecido
Fotografia:
Feira do Carvão e Teatro de Camões
por
Emílio Biel
quinta-feira, 18 de setembro de 2014
A NOVA AVENIDA
Praça Nova (da Liberdade) durante as obras para abertura da Avenida dos Aliados, 1916.
Capítulo «A Praça Nova», PORTO DESAPARECIDO, livro de Marina Tavares Dias e Mário Morais Marques. 2002.
sábado, 13 de setembro de 2014
VALONGO
Valongo: o edifício do antigo teatro/cinema. A Câmara parece mais interessada em parques de estacionamento, mas esta preciosidade tem de ser salva.
O edifício do cinema de Valongo, fotografado hoje:
SOS Património ou uma junta de freguesia cega, surda e muda.
sexta-feira, 5 de setembro de 2014
Os janotas portuenses e as freiras de S. Bento de Avé-Maria
É do período que decorre entre os anos de 1834 e 1894 que melhores testemunhos escritos nos chegaram e melhores imagens se recolheram do mosteiro. O número de freiras professas vai diminuindo mas, com recolhidas, educandas, protegidas, meninas de coro e criadas seculares, continua o convento cheio.
A fama e o mistério das «mulheres bonitas escondidas atrás dos muros e passeando-se entre o claustro e o coro» estimula os janotas portuenses. Os que se dedicam à prosa, servem-se do convento como cenário das suas histórias, pontilhadas de heróis – reais ou fictícios – apaixonados pelas caras frescas e rosadas que se vislumbram, de touca, na grade do locutório e às janelas do coro. Imaginam-nos mesmo pulando a cerca, altas horas da noite, iluminados pelo luar e munidos de escadas de corda, para irem ao encontro dos seus amores proibidos.
[...]
(continua no livro)
PORTO DESAPARECIDO
de
MARINA TAVARES DIAS
e
MÁRIO MORAIS MARQUES
quarta-feira, 3 de setembro de 2014
O Convento de Avé-Maria no final de Oitocentos
Em finais do séc. XIX pouco restava do edifício que D. Manuel I mandara erigir. Fora acrescentado e alterado sucessivamente, datando as ultimas construções de último quartel de Setecentos, época em que igreja, coros e claustros substituíram os anteriores, destruídos pelo incêndio de 1783. O edifício era delimitado a sul pela Rua do Loureiro, acabando num extenso pátio lajeado, para onde se abria a porta da igreja e as janelas dos coros; a norte, cercava-o o pano de muralhas que descia da Batalha à Porta dos Carros (para onde davam as janelas do refeitório e dormitórios); a poente, ladeava o largo da Feira de S. Bento (sob as pequenas janelas de cozinhas e fornos); a nascente, limitava-o a vasta cerca, ou pomar, como lhe chamavam as freiras.
[.../...]
(continua no livro)
PORTO DESAPARECIDO
de
MARINA TAVARES DIAS
e
MÁRIO MORAIS MARQUES
Subscrever:
Mensagens (Atom)



.jpg)








