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sábado, 27 de setembro de 2014

O Teatro de Camões





Aqui está o Teatro Camões, que também foi chamado de Teatro Chalet, na esquina da Rua de Camões com a actual de Alferes Malheiro. Coincide com o actual espaço exterior (com frente para a Rua de Camões) da actual estação do metro da Trindade.


Mário Morais Marques
em
https://pt-pt.facebook.com/livroportodesaparecido
Fotografia:
Feira do Carvão e Teatro de Camões
por
Emílio Biel



quinta-feira, 18 de setembro de 2014

A NOVA AVENIDA





Praça Nova (da Liberdade) durante as obras para abertura da Avenida dos Aliados, 1916.

Capítulo «A Praça Nova», PORTO DESAPARECIDO, livro de Marina Tavares Dias e Mário Morais Marques. 2002.

sábado, 13 de setembro de 2014

VALONGO



Valongo: o edifício do antigo teatro/cinema. A Câmara parece mais interessada em parques de estacionamento, mas esta preciosidade tem de ser salva.




O edifício do cinema de Valongo, fotografado hoje:
SOS Património ou uma junta de freguesia cega, surda e muda.

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Os janotas portuenses e as freiras de S. Bento de Avé-Maria

É do período que decorre entre os anos de 1834 e 1894 que melhores testemunhos escritos nos chegaram e melhores imagens se recolheram do mosteiro. O número de freiras professas vai diminuindo mas, com recolhidas, educandas, protegidas, meninas de coro e criadas seculares, continua o convento cheio. 






A fama e o mistério das «mulheres bonitas escondidas atrás dos muros e passeando-se entre o claustro e o coro» estimula os janotas portuenses. Os que se dedicam à prosa, servem-se do convento como cenário das suas histórias, pontilhadas de heróis – reais ou fictícios – apaixonados pelas caras frescas e rosadas que se vislumbram, de touca, na grade do locutório e às janelas do coro. Imaginam-nos mesmo pulando a cerca, altas horas da noite, iluminados pelo luar e munidos de escadas de corda, para irem ao encontro dos seus amores proibidos.
[...]
(continua no livro)

PORTO DESAPARECIDO
de 
MARINA TAVARES DIAS
e
MÁRIO MORAIS MARQUES




quarta-feira, 3 de setembro de 2014

O Convento de Avé-Maria no final de Oitocentos

Em finais do séc. XIX pouco restava do edifício que D. Manuel I mandara erigir. Fora acrescentado e alterado sucessivamente, datando as ultimas construções de último quartel de Setecentos, época em que igreja, coros e claustros substituíram os anteriores, destruídos pelo incêndio de 1783. O edifício era delimitado a sul pela Rua do Loureiro, acabando num extenso pátio lajeado, para onde se abria a porta da igreja e as janelas dos coros; a norte, cercava-o o pano de muralhas que descia da Batalha à Porta dos Carros (para onde davam as janelas do refeitório e dormitórios); a poente, ladeava o largo da Feira de S. Bento (sob as pequenas janelas de cozinhas e fornos); a nascente, limitava-o a vasta cerca, ou pomar, como lhe chamavam as freiras.
[.../...]
(continua no livro)

PORTO DESAPARECIDO
de
MARINA TAVARES DIAS
MÁRIO MORAIS MARQUES





sábado, 30 de agosto de 2014

A abertura da Avenida dos Aliados

PORTO DESAPAPRECIDO
capítulo sobre a Praça Nova: 

Há já alguns anos que pensava a Câmara abrir uma avenida, ligando a Praça de D. Pedro à Trindade. A Avenida da Liberdade em Lisboa era o modelo. Com o entusiasmo que caracteriza os homens do novo Regime, a Câmara Municipal do Porto, sob a presidência de Elísio de Melo, dará início a grandes alterações no centro da cidade. A desejada Avenida vai ser aberta segundo projecto do inglês Barry Parker, sacrificando-se para isso os dois edifícios onde funcionavam os serviços camarários. Demolição que começa no dia 1 de Fevereiro de 1916. Pouco depois, iniciar-se-á a construção do novo edifício dos Paços do Concelho, com que se pretende ocultar a fachada da Igreja da Trindade, que o projectista não considera digna de rematar a nova Avenida. [.../...]





domingo, 10 de agosto de 2014

Da Ponte das Barcas à Luiz I

As pontes que ligaram o Porto a Vila Nova de Gaia estão bem documentadas na cartofilia alusiva ao tema. Seguem-se postais que o atestam, nomeadamente da série «Porto Antigo», editada antes de 1915. Também o célebre editor Alberto Ferreira incluiu a Ponte Pênsil entre os «clichés» escolhidos para publicação. A última imagem foi editada por Paulo Guedes.