quinta-feira, 3 de julho de 2014
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terça-feira, 1 de julho de 2014
Ainda o Desaparecido Mundo das lojas para crianças
Novo Bazar de Paris, na Rua Sá da Bandeira. Por volta de 1900, também os especialistas em roupa infantil se multiplicavam pela Baixa e por todas as ruas mais animadas do Porto.
Anúncios em depósito no ARQUIVO MARINA TAVARES DIAS.
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domingo, 29 de junho de 2014
O PORTO NO TEMPO DOS BRINQUEDOS
Por volta de 1900, eram inúmeras as lojas especializadas na venda de brinquedos, no centro do Porto. A evocação de Paris e de outras cidades estrangeiras, de onde as mercadorias chegavam, parecia quase inevitável, pois associava jogos e bonecas ao fabrico francês, então em voga entre as classes privilegiadas.
Uma boneca de 'biscuit' valia mais que um mês salário da maior parte dos portuenses de então.
As lojas de brinquedos do Porto desapareceram totalmente. Em 2014, os brinquedos são comparativamente baratos - mas compram-se nos supermercados e nos centros comerciais. A cidade ficou mais pobre.
Anúncio pertencente ao ARQUIVO MARINA TAVARES DIAS.
As lojas de brinquedos do Porto desapareceram totalmente. Em 2014, os brinquedos são comparativamente baratos - mas compram-se nos supermercados e nos centros comerciais. A cidade ficou mais pobre.
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sexta-feira, 27 de junho de 2014
As idades da Praça da Liberdade
PORTO DESAPARECIDO
de
MARINA TAVARES DIAS
e
MÁRIO MORAIS MARQUES
[...]
Quando, em 1721, a Câmara inicia o arranjo do local, outro ciclo principia. A Praça toma forma rectangular, a muralha é demolida, começa a construção do grande edifício situado no actual Passeio das Cardosas. Dois bonitos palacetes aparecem no limite Norte, vários outros edifícios se erguem do lado poente [.../...].
Na praça de terra batida realizavam-se as paradas militares dos regimentos da cidade e várias feiras semanais, como a da erva, a da palha, a da madeira ou a do carvão. Prestes a comemorar o centenário do local, instala-se a Câmara num dos palacetes situados a Norte. A coroar esse edifício é colocada uma estátua de granito que, representando um guerreiro com escudo e lança na mão, pretende simbolizar a cidade do Porto. [continua no livro]
Na praça de terra batida realizavam-se as paradas militares dos regimentos da cidade e várias feiras semanais, como a da erva, a da palha, a da madeira ou a do carvão. Prestes a comemorar o centenário do local, instala-se a Câmara num dos palacetes situados a Norte. A coroar esse edifício é colocada uma estátua de granito que, representando um guerreiro com escudo e lança na mão, pretende simbolizar a cidade do Porto. [continua no livro]
quarta-feira, 25 de junho de 2014
Banheiros da Foz do Douro
[...] Depois, havia os banheiros, louvados por gerações de escritores que, enfermiços, lhes deviam os primeiros benhos de mar, literalmente levados em braços para o meio das ondas quando ainda mal sabiam falar. Aqui neste postal, muitíssimo ampliado a partir da fototipia original, vemos os mesmos banheiros a ajudar o banho das meninas vestidas de castorina. O aspecto dos banheiros de 1900 não diferia muito da indumentária usada pelos bombeiros, tal era o peso dos fatos de oleado preto. [.../...]
(continua)
MARINA TAVARES DIAS
(continua)
MARINA TAVARES DIAS
segunda-feira, 23 de junho de 2014
E ainda a banhos...
A banhos na Foz do Douro. Os miúdos da zona baixa do Porto, que Manoel de Oliveira haveria de homenagear em «Aniki-Bobó». Bilhete postal ilustrado (raro), edição Estrela Vermelha, c. 1906.
(Arquivo Marina Tavares Dias)
quinta-feira, 19 de junho de 2014
Uma fonte em bolandas
«Onde a água e os mechericos correm, no Porto». Assim é a legenda com que foi publicada em Inglaterra, em 1910, esta fotografia da fonte do Mercado Ferreira Borges. Hoje, poderemos vê-la já não ali, mas nos jardins do Palácio de Cristal. As figuras de bronze são das fundições artísticas francesas do século XIX.
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