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sábado, 12 de abril de 2014

A Noiva e A Tentadora

Imagens enviadas pelos amigos da página oficial do PORTO DESAPARECIDO© Marina Tavares Dias e Mário Morais Marques. Por favor partilhem no vosso mural e com os vossos amigos. Obrigado a todos.

Recepção ao Rei D. Manuel II na Rua dos Clérigos, 1909. Reparem na carruagem de 'carro americano' cujo pormenor se vê à direita. Aqui já estava provavelmente transformada em carro eléctrico. Reparem que «A Tentadora» está apenas duas portas acima d'«A Noiva»

Fotografia de Joshua Benoliel, prova digital, a partir de negativo depositado na Torre do Tombo. 


quinta-feira, 10 de abril de 2014

MATOSINHOS NO ADVENTO DA CARTOFILIA A CORES

PORTO DESAPARECIDO©


de


Marina Tavares Dias


Mário Morais Marques.


Continuamos a divulgar os postais
digitalizados e enviados pelos
Amigos do Porto Desaparecido© Original.
Obrigado e bem-hajam!


 Matosinhos. A faina das redes na década de 1970

Matosinhos. Rua Brito Capelo na década de 1920

segunda-feira, 7 de abril de 2014

O 'PORTO DA PRAÇA NOVA'

Na praça de terra batida realizavam-se as paradas militares dos regimentos da cidade e várias feiras semanais, como a da erva, a da palha, a da madeira ou a do carvão. Prestes a comemorar o centenário do local, instala-se a Câmara num dos palacetes situados a Norte. A coroar esse edifício é colocada uma estátua de granito que, representando um guerreiro com escudo e lança na mão, pretende simbolizar a cidade do Porto. E assim, a estátua (ficando conhecida como "O Porto da Praça Nova") irá vigiando tudo de cima do seu pedestal, presidindo ao ciclo seguinte. Durante cem anos permanecerá neste lugar, sendo apeada em 1916. 

MARINA TAVARES DIAS
MÁRIO MORAIS MARQUES
---
EXCERTO
do muito 
citado (e copiado)
capítulo
A PRAÇA NOVA

(ver legenda e atribuição no livro)

sábado, 5 de abril de 2014

O NOSSO AMADO CAFÉ «PIOLHO»

Outro café famoso sobrevive é o Âncora d'Ouro, mais conhecido de todos os portuenses como «O Piolho». Figurando num almanaque de 1883, será provavelmente o mais antigo da cidade ainda em funcionamento, logo seguido do Café Progresso. A passagem das instalações universitárias para outras zonas menos centrais está a despovoá-lo, mas as lápides dispersas nas paredes testemunham bem o que ele representou para várias gerações de estudantes.
[...]
No Largo do Moinho de Vento sobrevive o café Progresso. Nos tempos da Politécnica era este estabelecimento conhecido como o café dos Professores, enquanto o Piolho era o dos estudantes. Escapou à moda das renovações que os outros sofreram nos anos 30 e mantém as características dos velhos botequins.

MARINA TAVARES DIAS
e
MÁRIO MORAIS MARQUES
em
PORTO DESAPARECIDO
(2002)


Fotografia: Marina Tavares Dias

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Quanto a verde... «E Tudo o Vento Levou»

PORTO DESAPARECIDO© Marina Tavares Dias e Mário Morais Marques




OS POSTAIS do PORTO 
NO ADVENTO DA CARTOFILIA A CORES

Continuamos a divulgar os postais digitalizados e enviados pelos Amigos do Porto Desaparecido© Original.
Obrigado e bem-hajam!

quarta-feira, 2 de abril de 2014

'Camilianando'... caminhando

PORTO DESAPARECIDO© Marina Tavares Dias e Mário Morais Marques. 




A gravura que Alberto Pimentel inseriu em “O Romance do Romancista”, e que aqui deixámos em «post» alusivo, é a única imagem conhecida do Café Guichard. Embora posterior ao seu encerramento, coincide com as descrições escritas que os  frequentadores nos deixaram.

Desses frequentadores, o mais famoso, foi sem dúvida Camilo Castelo Branco que assiduamente ali parava na sua juventude, reunindo tertúlia que raramente passava despercebida. Dessa vivência deixou-nos o escritor o testemunho, espalhado por várias páginas dos seus livros.



terça-feira, 1 de abril de 2014

UMA DESCOBERTA DAS INVESTIGAÇÕES DO PORTO DESAPARECIDO

DURANTE AS INVESTIGAÇÕES
PARA O CAPÍTULO 
SOBRE OS CAFÉS DO PORTO,

MARINA TAVARES DIAS
E MÁRIO MORAIS MARQUES

RECUPERARAM A QUE DEVERÁ SER
A MAIS ANTIGA REFERÊNCIA A CAFÉ
NA CIDADE DO PORTO.

O TEXTO É UMA DELÍCIA,
E MERECE LEITURA.




"Assim escrevia, em 1786, o abade de Jazente, Paulino António Cabral de Vasconcelos, que como poeta satírico e galanteador de damas passou à história. O Abade gozava a vida, frequentava as festas dos salões portuenses e escrevia sonetos. O café, bebida exótica e cara era, com toda a certeza, servido nesses lugares, envolto em rituais de luxo e divertimento. Embora no ano de 1786 o Café Martinho da Arcada fosse novidade em Lisboa, não existem notícias de qualquer estabelecimento de venda exclusiva desta bebida na cidade do Porto, em finais do século XVIII. Se algum desses lugares existiu e o abade - poeta o frequentava, provavelmente nunca o saberemos. "