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terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

OS POSTAIS DO PORTO NO ADVENTO DA VULGARIZAÇÃO DA FOTOGRAFIA A CORES  -  take  III


Gosta do PORTO DESAPARECIDO©



Do único, do original, do registado PORTO DESAPARECIDO? 


Do que começa muito antes do Facebook em Portugal, em 2002 e como livro de sucesso? 


Do de MARINA TAVARES DIAS e de MARIO MORAIS MARQUES?

Então, convide os seus amigos para frequentarem o nosso blog. 

Ajude a travar as várias cópias não autorizadas, trazendo mais «gostos» para a página do Facebook: https://www.facebook.com/livroportodesaparecido

PORTO DESAPARECIDO© Marina Tavares Dias e Mário Morais Marques. Por favor partilhem com os vossos amigos.


Mais dois postais ilustrados enviados pelos Amigos do Porto Desaparecido Original. Obrigado e bem hajam!






Travessa dos Canastreiros (Ribeira)

Ponte da Arrábida. 
Década de 1960



domingo, 9 de fevereiro de 2014

PORMENORES DA PONTE PÊNSIL

«[...] Era estranha a forma como se acedia à ponte na margem do Porto. Entrava-se no tabuleiro de lado através de uma rampa, que começava no local da anterior ponte das barcas, construída em aterro sobre o rio com a extensão de cerca de oitenta metros.


Em madeira de pinho, importado da Suécia, foi construído o tabuleiro da ponte. Tinha a largura de seis metros, correspondendo quatro à faixa de rodagem e um metro a cada um dos passeios laterais, sobrelevados. As carlingas, vigas transversais em madeira, ligadas pelos topos aos cabos de suspensão e espaçadas de metro e meio, suportavam um estrado de pranchas dispostas em sentido longitudinal. Sobre estas pranchas, e paralelas às carlingas, uma nova fiada de tábuas formava a camada de desgaste. 

Em madeira de carvalho do norte eram as guardas da ponte constituídas por prumos colocados em correspondência com os cabos de suspensão e contraventados por cruzes de Santo André.» (CONTINUA NO LIVRO)

Capítulo «A Ponte Pênsil», 
PORTO DESAPARECIDO 
de MARINA TAVARES DIAS 
e MARIO MORAIS MARQUES.


sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

OS ARMAZÉNS HERMÍNIOS

No local reduzido a escombros na noite de 20 de Março de 1888, após incêndio trágico do Teatro Baquet, foi em seguida construído o edificio com frente para duas ruas - Sá da Bandeira e 31 de Janeiro (Rua de Santo António) - que se mostra nestas imagens do livro PORTO DESAPARECIDO de MARINA TAVARES DIAS e MÁRIO MORAIS MARQUES. Aqui se instalaram os Armazéns Herminios, igualmente célebres na história da cidade. Na segunda metade do século XX, as coisas pioraram um bom bocado: com frente para rua de 31 de Janeiro constuiu-se um desinteressante edificio para a Caixa Geral de Depósitos; na frente para a de Sá de Bandeira funciona hoje, após obras de adaptação, um hotel chamado... Teatro. 


quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

OS POSTAIS DO PORTO 
NO ADVENTO DA VULGARIZAÇÃO 
DA FOTOGRAFIA A CORES - parte 2


Neste caso, com alguma atenção, 
poderemos verificar que se trata 
de uma fotografia original, aguarelada

Rua dos Clérigos


Rua Júlio Diniz


Gosta do PORTO DESAPARECIDO©?


Do único, do original, do registado PORTO DESAPARECIDO?


Do que começa muito antes do Facebook em Portugal, em 2002 e comolivro de sucesso?


Do de MARINA TAVARES DIAS e de MARIO MORAIS MARQUES?

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PORTO DESAPARECIDO© Marina Tavares Dias e Mário Morais Marques. Por favor partilhem com os vossos amigos.


E eis alguns dos bilhetes postais ilustrados que os amigos do Porto Desaparecido original têm enviado para a nossa página no Facebook. Até há bem pouco tempo, os postais já a cores pouco nos diziam sobre a cidade. Mas as mudanças dos últimos anos têm sido tantas que vale a pena observá-los com atenção.


Obrigado a todos! Bem hajam pelo apoio e pelas palavras de encorajamento.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

OS FILMES DA INVICTA - e a destruição da sua «cidade do cinema», na PRELADA



A Invicta Film Lda., usando o epíteto habitualmente conferido à capital do Norte, foi uma empresa pioneira do cinema português fundada a 22 de Novembro de 1917. O capital inicial de 150.000 escudos, soma milionária para o seu tempo, demonstra bem a disponibilidade e a crença dos sócios que se envolveram nesta maravilhosa aventura duma nova forma de arte, por muitos ainda vista, na época, como espectáculo de circo.

No ano seguinte, é contratado o realizador Georges Pallu, que rapidamente se especializa em adaptações dos clássicos da literatura portuguesa, como Júlio Diniz («Os Fidalgos da Casa Mourisca», 1920) ou Camilo Castelo Branco («Amor de Perdição», 1921), sempre com enorme sucesso nos écrans portuenses e também nos lisboetas. Rino Lupo, outro dos realizadores míticos da Invicta, assinaria o igualmente bem-sucedido «Zé do Telhado» (1929).

O que aconteceu aos estúdios magníficos e pioneiros da INVICTA, instalados na Quinta da Prelada (onde ainda há poucos anos eram visíveis vestígios do estúdio 1), pode servir de metáfora para a indiferença com que tem sido destruído o património histórico e artístico do Porto.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

OS POSTAIS DO PORTO NO ADVENTO DA VULGARIZAÇÃO DA FOTOGRAFIA A CORES



Gosta do PORTO DESAPARECIDO©?


Do único, do original, do registado PORTO DESAPARECIDO?


Do que começa muito antes do Facebook em Portugal, em 2002 e como livro de sucesso?


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PORTO DESAPARECIDO© Marina Tavares Dias e Mário Morais Marques. Por favor partilhem com os vossos amigos.


E eis alguns dos bilhetes postais ilustrados que os amigos do Porto Desaparecido original têm enviado para a nossa página no Facebook (Foz, Ribeira e Boavista). Até há bem pouco tempo, os postais já a cores pouco nos diziam sobre a cidade. Mas as mudanças dos últimos anos têm sido tantas que vale a pena observá-los com atenção.


Obrigado a todos! Bem hajam pelo apoio e pelas palavras de encorajamento.