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domingo, 19 de janeiro de 2014

O Pasmatório dos Lóios ou «O Real Clube dos Encostados»

« [...] No edifício das Cardosas instalar-se-iam casas de modas, alfaiatarias, camisarias, bancos e – à esquina com o Largo dos Loios – a célebre Livraria Moré gerida por José Gomes Monteiro, amigo de Camilo e seu editor. Foi durante bastante tempo a melhor da cidade, tanto "pela sua armação de madeira polida e estantes envidraçadas" (1) como pelo bom fornecimento de livros e frequência de clientes. Até que uma outra, a livraria Chardron, levou os clientes para o topo da Rua das Carmelitas. »






«No edifício dos Congregados estabeleceram-se cafés, relojoarias, e tabacarias. Para a história ficou a memória de cafés como o Guichard, o Suisso, o Central, o Camanho e o Porto-Clube. Famosas foram as relojoarias de Geremy Girod e Germano Courrege. De frequência particularmente selecta, destacou-se a Ourivesaria Silveira. Nesse mesmo quarteirão permaneceu, durante alguns anos, a tabacaria Arnaldo Soares, editora de uma longa e valiosa série de postais ilustrados, e a casa bancária Pinto da Fonseca & Irmão. Centenária, continua hoje no local a Farmácia Birra » (continua no livro)

PORTO DESAPARECIDO
de
MARINA TAVARES DIAS
MÁRIO MORAIS MARQUES
(2002 - todos os direitos reservados)

sábado, 18 de janeiro de 2014

A BRASILEIRA DE NOVO EM RISCO? DÁ PARA ACREDITAR?

Azulejos do antigo Restaurante 
da Brasileira do Porto.

Existente como anexo do Café, fundado em 1903, este restaurante «vintage»  anos 50 - com entrada pelo Bonjardim -  existiu entre 1959 e 2001. No primeiro e segundo andares, ficava a Pensão S. João.

      FOTOGRAFIA 
©ARQUIVO MARINA TAVARES DIAS
 2002.


Demolido em 2001, reconvertido em parte do Caffè di Roma e nas cozinhas da «nova» Brasileira, inaugurada pouco depois e também já encerrada.

Que destino, agora, para este prédio, que encerra uma das histórias mais importantes do comércio portuense? A quem passa pela cabeça transformar o piso térreo d' A Brasileira em átrio de hotel?

Lutemos sempre e ainda pela manutenção da BRASILEIRA DO PORTO, inaugurada em 1903 por Adriano Telles. Um dos ex-libris da cidade do Porto. Não aceitemos a surdez, cegueira e assobiar para o lado com que a CMP sempre tratou o património da cidade! Alguma coisa mudou nas últimas eleições. Ou não?

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quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

O PORTO COMO METAFÍSICA...

Uma magnífica frase de MARINA TAVARES DIAS,
do capítulo 
O TEATRO BAQUET
do livro 
PORTO DESAPARECIDO
escolhida pelo maior site 
de citações do mundo: Meetville.






segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

ADRIANO TELLES E O CAFÉ DO BRASIL

por Marina Tavares Dias


"Qualquer empresário oitocentista gostava de se ver, antes de mais, como um sonhador. Este juízo, agora julgado fora de moda, explica ainda o fascínio que sobre a opinião pública exercem figuras como Bell, Ford ou Boing, para referir apenas exemplos célebres.

[.../...]"

"[.../...]

Que o café brasileiro era «forte demais», «impossível de torrar», «húmido e escamado», Adriano Telles ouviu de tudo, sem perder a crença de que o hábito acabaria por trazer luz ao julgamento apressado dos seus compatriotas. No início do século XX, com fama conquistada nos locais mais inesperados (até papelarias e camisarias lhe vendiam café a grão), repete no Porto o que fez no Brasil: abre loja própria. A firma Telles e Cª, destinada à venda do café de Minas Gerais, terá como sócios o comerciante portuense Félix de Mello e o farmacêutico Cândido Alves. A loja, inaugurada a 4 de Maio de 1903 na Rua Sá da Bandeira, número 71, chamar-se-á de novo A Brasileira."

Leia o texto completo na VISÃO HISTÓRIA número 22 (nas bancas em Janeiro de 2014) e saiba como um rapazinho de 14 anos, nascido em Alvarenga, mudou a tradição das trocas comerciais entre Portugal e o Brasil.


Fotografias de Marina Tavares Dias




domingo, 12 de janeiro de 2014

A AVENIDA ERA VERDE


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Postal ilustrado da década de 1960. Avenida dos Aliados VERDE.
Pensamos que 99,9% dos portuenses preferiam a avenida antes de ela ser «petrificada». Mas os lobbies falam sempre mais alto ...

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

AS FLORES DE PAZ DOS REIS



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A loja Flora Portuense, na Praça da Liberdade (mais ou menos onde depois foram construídos os «prédios das confeitarias»). Pertencia ao pioneiro do animatógrafo em Portugal, Aurélio da Paz dos Reis. Negativo do mesmo autor, hoje depositado no Centro Português de Fotografia. Em breve voltaremos ao tema de Paz dos Reis como fotógrafo portuense.





quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

COM OU SEM O BOLO REI...



FELIZ ANO DE 2014 A TODOS OS SEGUIDORES DA NOSSA PÁGINA


Sugestão 
de decisão 
de AnoNovo: 
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(anúncio de 1910, Guimarães)