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quinta-feira, 4 de julho de 2013

A Brasileira

OS CAFÉS DO PORTO

EXCERTO DO CAPÍTULO 

OS CAFÉS DO PORTO

Adriano Telles foi responsável pela inauguração posterior das Brasileiras de Lisboa (a do Chiado, em 1905, e a do Rossio, em 1911) e também mentor do aparecimento da Brasileira de Braga, fundada pelo então seu sócio Adolpho de Azevedo, a 17 de Março de 1907. Ainda antes de conquistar Coimbra com estabelecimento congénere, na Rua Ferreira Borges, Telles levou a fama do seu café até terras de Espanha, instalando uma diminuta sucursal em Sevilha.


OS CAFÉS DO PORTO

EXCERTO DO CAPÍTULO 

OS CAFÉS DO PORTO


«Com o correr dos anos, a própria fachada do café, com o grande alpendre construído durante as primeiras obras de monta (terminadas em Agosto de 1916), viria a tornar-se, só por si, um «ex-libris» do Porto. Enquanto decorreram os trabalhos, e para não perder uma única hora de negócio, a firma construiu um anexo de madeira sob o toldo novo, e aí continuou a vender café e chá ao quilo. Anexando a loja que até então ocupara o gaveto para a Rua do Bonjardim, A Brasileira volta a expandir-se em 1930, altura em que é considerada o mais 'intelectual' dos cafés portuenses. Oito anos depois – 26 de Maio de 1938 – inaugura-se a remodelada sala central, em estilo já totalmente «modernista» (por oposição aos antigos interiores clássicos). A decoração fora encomendada a Januário Godinho, que se esmerara na escolha de espelhos franceses e frisos de alabastro do Vimioso, devidamente enquadrados pelos baixos-relevos do escultor Henrique Moreira.»

MARINA TAVARES DIAS


terça-feira, 25 de junho de 2013

A PONTE PÊNSIL

A PONTE PÊNSIL.


Excerto do capítulo inaugural do livro

PORTO DESAPARECIDO


DE

MARINA TAVARES DIAS


E

MÁRIO MORAIS MARQUES


Em 1837, ultrapassadas as grandes convulsões políticas do primeiro quartel do século, [...] Portugal começa lentamente a industrializar-se [.../...]. A ligação Porto – Lisboa torna-se fundamental [.../...].

Entre a cidade do Porto e Vila Nova de Gaia irá construir-se, então, a primeira ponte definitiva de todo o curso nacional e internacional deste rio. Curiosamente, enquanto a construção da ponte demorou menos de dois anos, a estrada de ligação à capital só ficaria completa um quarto de século depois, em 1861, já em pleno Fontismo. [..../....]

domingo, 26 de maio de 2013

A TRAGÉDIA DO TEATRO BAQUET

«A história do incêndio do Teatro Baquet, passada de avós a

netos em registo de 'quem conta um conto acrescenta um 

ponto', marcou o imaginário de muitas crianças nascidas

muitas décadas após a noite de 20 de Março de 1888. Ouvi-

-a da boca do meu avô materno ainda antes de fazer quatro

anos.» 






Início do capítulo 

O TEATRO BAQUET 

em PORTO DESAPARECIDO 

de Marina Tavares Dias 

e Mário Morais Marques.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

... E O MELHOR CAFÉ É O D'A BRASILEIRA


Interior da Brasileira antes das obras de remodelação levadas a cabo na década de 1930. Fotografia divulgada no capítulo sobre este CAFÉ DO PORTO. Em PORTO DESAPARECIDO de Marina Tavares Dias e Mário Morais Marques.

terça-feira, 16 de abril de 2013

CAFÉ GUARANY
na década de 1970

CAPÍTULO:
OS CAFÉS DO PORTO

ilustração de
PORTO DESAPARECIDO
DE
MARINA TAVARES DIAS
E
MÁRIO MORAIS MARQUES