«A história do incêndio do Teatro Baquet, passada de avós a
netos em registo de 'quem conta um conto acrescenta um
ponto', marcou o imaginário de muitas crianças nascidas
muitas décadas após a noite de 20 de Março de 1888. Ouvi-
-a da boca do meu avô materno ainda antes de fazer quatro
anos.»
Início do capítulo
O TEATRO BAQUET
em PORTO DESAPARECIDO
de Marina Tavares Dias
e Mário Morais Marques.
domingo, 26 de maio de 2013
A TRAGÉDIA DO TEATRO BAQUET
quinta-feira, 9 de maio de 2013
CAPÍTULO OS CAFÉS DO PORTO
Etiquetas:
Cafés do Porto,
História do Porto,
Marina Tavavres Dias,
Mário Morais Marques,
Oporto,
património,
Porto,
Porto Desaparecido
sexta-feira, 3 de maio de 2013
... E O MELHOR CAFÉ É O D'A BRASILEIRA
Interior da Brasileira antes das obras de remodelação levadas a cabo na década de 1930. Fotografia divulgada no capítulo sobre este CAFÉ DO PORTO. Em PORTO DESAPARECIDO de Marina Tavares Dias e Mário Morais Marques.
Etiquetas:
A Brasileira,
Cafés do Porto,
História do Porto,
Marina Tavares Dias,
Mário Morais Marques,
Oporto,
Porto,
Porto Desaparecido,
Rua Sá da Bandeira
terça-feira, 16 de abril de 2013
CAFÉ GUARANY
na década de 1970
CAPÍTULO:
OS CAFÉS DO PORTO
ilustração de
PORTO DESAPARECIDO
DE
MARINA TAVARES DIAS
E
MÁRIO MORAIS MARQUES
na década de 1970
CAPÍTULO:
OS CAFÉS DO PORTO
ilustração de
PORTO DESAPARECIDO
DE
MARINA TAVARES DIAS
E
MÁRIO MORAIS MARQUES
Etiquetas:
A Brasileira,
Cafés do Porto,
Marina Tavares Dias,
Mário Morais Marques,
Oporto,
Porto Desaparecido,
Portugal,
Praça da Liberdade
quarta-feira, 27 de março de 2013
« Com o
correr dos anos, a própria fachada do café, com o grande alpendre construído
durante as primeiras obras de monta (terminadas em Agosto de 1916), viria a
tornar-se, só por si, um «ex-libris» do Porto. Enquanto decorreram os
trabalhos, e para não perder uma única hora de negócio, a firma construiu um
anexo de madeira sob o toldo novo, e aí continuou a vender café e chá ao quilo.
Anexando a loja que até então ocupara o gaveto para a Rua do Bonjardim, A
Brasileira volta a expandir-se em 1930, altura em que é considerada o mais
«intelectual» dos cafés portuenses. Oito anos depois – 26 de Maio de 1938 –
inaugura-se a remodelada sala central, em estilo já totalmente «modernista»
(por oposição aos antigos interiores clássicos). A decoração fora encomendada a
Januário Godinho, que se esmerara na escolha de espelhos franceses e frisos de
alabastro do Vimioso, devidamente enquadrados pelos baixos-relevos do escultor
Henrique Moreira. »
PORTO DESAPARECIDO
MARINA TAVARES DIAS
e MÁRIO MORAIS MARQUES.
Excerto de capítulo. «A BRASILEIRA».
PORTO DESAPARECIDO
MARINA TAVARES DIAS
e MÁRIO MORAIS MARQUES.
Excerto de capítulo. «A BRASILEIRA».
Etiquetas:
A Brasileira,
Cafés do Porto,
lojas do Porto,
Marina Tavares Dias,
Mário Morais Marques,
Oporto,
Porto Desaparecido,
Rua Sá da Bandeira
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
O CONVENTO DE AVÉ-MARIA
Fotografia inédita,
da colecção de Mário Morais Marques
publicada em exclusivo no livro
PORTO DESAPARECIDO (2002)
«No preciso local onde hoje se ergue a Estação de S. Bento
existiu, até finais do século XIX, o belo edifício do
convento beneditino das freiras de S. Bento da Avé Maria.
[.../...] Três datas marcam a vida deste edifício: 1533, 1834 e 1894. Na primeira, determina D. Manuel I a sua fundação, impondo nele o agrupamento dos pequenos mosteiros de S. Cristóvão de Rio Tinto, S. Salvador de Vila Cova de Sandim, Santa Maria Maior de Tarouquela e de S. Salvador de Tuías (todos eles, de resto, já em nítida decadência). Em 1834, sai o decreto da extinção das ordens religiosas em Portugal. Em 1894, decorre a demolição.»
CAPÍTULO
«O CONVENTO DE AVÉ-MARIA»,
em PORTO DESAPARECIDO
de MARINA TAVARES DIAS
e MÁRIO MORAIS MARQUES
(primeira edição, 2002).
Etiquetas:
Convento de Avé-Maria,
conventos de Portugal,
CP,
Estação de S. Bento,
lojas do Porto,
Marina Tavavres Dias,
Mário Morais Marques,
património,
Porto,
Porto Desaparecido,
Portugal
OS ARMAZÉNS HERMÍNIOS
OS ARMAZÉNS HERMÍNIOS
sucederam ao Teatro Baquet,
após o terrível incêndio deste último.
Durante década, ocuparam o mesmo local,
com fachadas sobre as ruas de Santo António
e Sá da Bandeira.
Este cartaz da estação de Inverno
de 1917-1918
é um original
do ARQUIVO MARINA TAVARES DIAS,
inédito e publicado a página inteira
no capítulo
O TEATRO BAQUET
do livro PORTO DESAPARECIDO.
Etiquetas:
1917,
1918,
Armazéns Hermínios,
cartazes portugueses,
litografia do Bolhão,
lojas do Porto,
Marina Tavavres Dias,
Mário Morais Marques,
moda,
Porto Desaparecido,
Teatro Baquet
Subscrever:
Mensagens (Atom)





