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quinta-feira, 9 de maio de 2013

CAPÍTULO OS CAFÉS DO PORTO

OS CAFÉS DO PORTO




o IMPERIAL na década de 1980
Fotografia de MARINA TAVARES DIAS

sexta-feira, 3 de maio de 2013

... E O MELHOR CAFÉ É O D'A BRASILEIRA


Interior da Brasileira antes das obras de remodelação levadas a cabo na década de 1930. Fotografia divulgada no capítulo sobre este CAFÉ DO PORTO. Em PORTO DESAPARECIDO de Marina Tavares Dias e Mário Morais Marques.

terça-feira, 16 de abril de 2013

CAFÉ GUARANY
na década de 1970

CAPÍTULO:
OS CAFÉS DO PORTO

ilustração de
PORTO DESAPARECIDO
DE
MARINA TAVARES DIAS
E
MÁRIO MORAIS MARQUES

quarta-feira, 27 de março de 2013

« Com o correr dos anos, a própria fachada do café, com o grande alpendre construído durante as primeiras obras de monta (terminadas em Agosto de 1916), viria a tornar-se, só por si, um «ex-libris» do Porto. Enquanto decorreram os trabalhos, e para não perder uma única hora de negócio, a firma construiu um anexo de madeira sob o toldo novo, e aí continuou a vender café e chá ao quilo. Anexando a loja que até então ocupara o gaveto para a Rua do Bonjardim, A Brasileira volta a expandir-se em 1930, altura em que é considerada o mais «intelectual» dos cafés portuenses. Oito anos depois – 26 de Maio de 1938 – inaugura-se a remodelada sala central, em estilo já totalmente «modernista» (por oposição aos antigos interiores clássicos). A decoração fora encomendada a Januário Godinho, que se esmerara na escolha de espelhos franceses e frisos de alabastro do Vimioso, devidamente enquadrados pelos baixos-relevos do escultor Henrique Moreira. »

PORTO DESAPARECIDO

MARINA TAVARES DIAS
e MÁRIO MORAIS MARQUES.
 
Excerto de capítulo. «A BRASILEIRA».

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

O CONVENTO DE AVÉ-MARIA

Fotografia inédita,

da colecção de Mário Morais Marques

publicada em exclusivo no livro

PORTO DESAPARECIDO (2002)

 

«No preciso local onde hoje se ergue a Estação de S. Bento

 existiu, até finais do século XIX, o belo edifício do

convento beneditino das freiras de S. Bento da Avé Maria.

[.../...] Três datas marcam a vida deste edifício: 1533, 1834 e 1894. Na primeira, determina D. Manuel I a sua fundação, impondo nele o agrupamento dos pequenos mosteiros de S. Cristóvão de Rio Tinto, S. Salvador de Vila Cova de Sandim, Santa Maria Maior de Tarouquela e de S. Salvador de Tuías (todos eles, de resto, já em nítida decadência). Em 1834, sai o decreto da extinção das ordens religiosas em Portugal. Em 1894, decorre a demolição.»

CAPÍTULO

«O CONVENTO DE AVÉ-MARIA»,

em PORTO DESAPARECIDO

de MARINA TAVARES DIAS

e MÁRIO MORAIS MARQUES

(primeira edição, 2002).

 

OS ARMAZÉNS HERMÍNIOS

OS ARMAZÉNS HERMÍNIOS

sucederam ao Teatro Baquet,

após o terrível incêndio deste último.

Durante década, ocuparam o mesmo local,

com fachadas sobre as ruas de Santo António

e Sá da Bandeira.




Este cartaz da estação de Inverno
de 1917-1918
é um original
do ARQUIVO MARINA TAVARES DIAS,
inédito e publicado a página inteira
no capítulo
O TEATRO BAQUET
do livro PORTO DESAPARECIDO.

OS CAFÉS DA PRAÇA NOVA

PORTO DESAPARECIDO


CAPÍTULO OS CAFÉS DO PORTO




Quarteirão dos cafés Guichard e Camanho antes das demolições.
Postal editado por Arnaldo Soares,
usado como ilustração da história destes cafés,
no capítulo Os Cafés do Porto,
do livro PORTO DESAPARECIDO
de MARINA TAVARES DIAS
e MARIO MORAIS MARQUES.