« Com o
correr dos anos, a própria fachada do café, com o grande alpendre construído
durante as primeiras obras de monta (terminadas em Agosto de 1916), viria a
tornar-se, só por si, um «ex-libris» do Porto. Enquanto decorreram os
trabalhos, e para não perder uma única hora de negócio, a firma construiu um
anexo de madeira sob o toldo novo, e aí continuou a vender café e chá ao quilo.
Anexando a loja que até então ocupara o gaveto para a Rua do Bonjardim, A
Brasileira volta a expandir-se em 1930, altura em que é considerada o mais
«intelectual» dos cafés portuenses. Oito anos depois – 26 de Maio de 1938 –
inaugura-se a remodelada sala central, em estilo já totalmente «modernista»
(por oposição aos antigos interiores clássicos). A decoração fora encomendada a
Januário Godinho, que se esmerara na escolha de espelhos franceses e frisos de
alabastro do Vimioso, devidamente enquadrados pelos baixos-relevos do escultor
Henrique Moreira. »
PORTO DESAPARECIDO
MARINA TAVARES DIAS
e MÁRIO MORAIS MARQUES.
Excerto de capítulo. «A BRASILEIRA».
quarta-feira, 27 de março de 2013
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Rua Sá da Bandeira
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
O CONVENTO DE AVÉ-MARIA
Fotografia inédita,
da colecção de Mário Morais Marques
publicada em exclusivo no livro
PORTO DESAPARECIDO (2002)
«No preciso local onde hoje se ergue a Estação de S. Bento
existiu, até finais do século XIX, o belo edifício do
convento beneditino das freiras de S. Bento da Avé Maria.
[.../...] Três datas marcam a vida deste edifício: 1533, 1834 e 1894. Na primeira, determina D. Manuel I a sua fundação, impondo nele o agrupamento dos pequenos mosteiros de S. Cristóvão de Rio Tinto, S. Salvador de Vila Cova de Sandim, Santa Maria Maior de Tarouquela e de S. Salvador de Tuías (todos eles, de resto, já em nítida decadência). Em 1834, sai o decreto da extinção das ordens religiosas em Portugal. Em 1894, decorre a demolição.»
CAPÍTULO
«O CONVENTO DE AVÉ-MARIA»,
em PORTO DESAPARECIDO
de MARINA TAVARES DIAS
e MÁRIO MORAIS MARQUES
(primeira edição, 2002).
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OS ARMAZÉNS HERMÍNIOS
OS ARMAZÉNS HERMÍNIOS
sucederam ao Teatro Baquet,
após o terrível incêndio deste último.
Durante década, ocuparam o mesmo local,
com fachadas sobre as ruas de Santo António
e Sá da Bandeira.
Este cartaz da estação de Inverno
de 1917-1918
é um original
do ARQUIVO MARINA TAVARES DIAS,
inédito e publicado a página inteira
no capítulo
O TEATRO BAQUET
do livro PORTO DESAPARECIDO.
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OS CAFÉS DA PRAÇA NOVA
PORTO DESAPARECIDO
CAPÍTULO OS CAFÉS DO PORTO
Quarteirão dos cafés Guichard e Camanho antes das demolições.
Postal editado por Arnaldo Soares,
usado como ilustração da história destes cafés,
no capítulo Os Cafés do Porto,
do livro PORTO DESAPARECIDO
de MARINA TAVARES DIAS
e MARIO MORAIS MARQUES.
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terça-feira, 20 de novembro de 2012
Porto Desaparecido
EM BREVE
Porto Desaparecido
DE
Marina Tavares Dias
e Mário Marques
Porto Desaparecido é um projecto que pretende levar a história do Porto até ao grande público, através de um livro divulgador dos principais temas que constituem o passado e o imaginário da cidade.
Subdividido em capítulos distintos, o tema central abarca assuntos ainda hoje tão referenciais na memória da cidade como A Brasileira e outros ca
fés do Porto ou as velhas pontes sobre o Douro.
De modo pioneiro naquilo que à historiografia do Porto diz respeito, Porto Desaparecido acompanha cada texto com um levantamento iconográfico exaustivo, atravessando várias épocas e as obras de vários fotógrafos, pintores e ilustradores que, ao longo de décadas e décadas, fizeram a herança fotográfica da cidade.
Obra inédita entre os muitos livros já publicados sobre a capital do Norte, não se limita a historiar ou a ilustrar temas, reunindo antes estas duas vertentes numa só, e sistematizando de modo exemplar as informações tratadas. Porto Desaparecido destina-se a um público-alvo que inclui os conhecedores do património portuense, mas também a muitos daqueles que, até agora, não liam livros sobre a sua cidade.
De modo pioneiro naquilo que à historiografia do Porto diz respeito, Porto Desaparecido acompanha cada texto com um levantamento iconográfico exaustivo, atravessando várias épocas e as obras de vários fotógrafos, pintores e ilustradores que, ao longo de décadas e décadas, fizeram a herança fotográfica da cidade.
Obra inédita entre os muitos livros já publicados sobre a capital do Norte, não se limita a historiar ou a ilustrar temas, reunindo antes estas duas vertentes numa só, e sistematizando de modo exemplar as informações tratadas. Porto Desaparecido destina-se a um público-alvo que inclui os conhecedores do património portuense, mas também a muitos daqueles que, até agora, não liam livros sobre a sua cidade.
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