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sábado, 26 de abril de 2014

BRASILEIRA: QUE FUTURO?

Lutemos sempre e ainda pela manutenção da 
BRASILEIRA DO PORTO, 
inaugurada em 1903 por Adriano Telles.


Um dos ex-libris da cidade. Não aceitemos a surdez, cegueira e assobiar para o lado com que a CMP sempre tratou o património! Alguma coisa mudou nas últimas eleições. Ou não?



Gosta do PORTO DESAPARECIDO©?
Do único, do original, do registado PORTO DESAPARECIDO?
Do que começa muito antes do Facebook em Portugal, em 2002 e como livro de sucesso?
Do de MARINA TAVARES DIAS e de MÁRIO MORAIS MARQUES?

Então, convide os seus amigos para o nosso blog. Ajude a travar as várias cópias não autorizadas, trazendo mais «gostos» também para a página oficial do Facebook que vai decerto gostar de ler:

https://pt-pt.facebook.com/livroportodesaparecido

quinta-feira, 17 de abril de 2014

DEVEZAS, com um 'Z'. Desespero, com um 'S'

Pormenor recortado da capa do catálogo da Fábrica das Devezas (Gaia) em 1910. Hoje em ruínas, foi a mais importante unidade do género entre as inúmeras que se implantaram na zona. As fábricas de cerâmica de Vila Nova de Gaia (ou do Porto, como inicialmente as designavam por divisão administrativa oitocentista) eram um dos tesouros industriais do Norte de Portugal. A sua agonia e morte simbolizam muita coisa, de que, necessariamente, voltaremos a «falar».

Foto: ARQUIVO MARINA TAVARES DIAS

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

PORTO DESAPARECIDO no Goodreads

   

   A página do PORTO DESAPARECIDO 

   de MARINA TAVARES DIAS E MÁRIO MARQUES

   no Goodreads.

   Do Porto para o mundo.


   Vivó Porto!!!



   O NOSSO PORTO DESAPARECIDO





Capítulo 'A PRAÇA NOVA' (ilustração)

                          http://www.goodreads.com/book/show/16281273-porto-desaparecido

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

S. Bento da Avé Maria

Em PORTO DESAPARECIDO 

de Marina Tavares Dias 

e Mário Morais Marques


«No preciso local onde hoje se ergue a Estação de S. Bento existiu, até finais do século XIX, o belo edifício do convento beneditino das freiras de S. Bento da Avé Maria. Entre os inúmeros objectos do seu recheio que sucessivos leilões dispersaram venerava-se, ainda em 1894, ano da demolição, um livrinho do tamanho de uma caixa de fósforos de cera. [...] as freiras guardavam-no numa caixa de xarão com embutidos de cor [...] uma minúscula edição da "Regra de S. Bento", e a ela se associava uma das muitas lendas do convento . » 
(excerto e ilustrações do capítulo O Convento de Avé Maria)




quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

O CONVENTO DE AVÉ-MARIA

Fotografia inédita,

da colecção de Mário Morais Marques

publicada em exclusivo no livro

PORTO DESAPARECIDO (2002)

 

«No preciso local onde hoje se ergue a Estação de S. Bento

 existiu, até finais do século XIX, o belo edifício do

convento beneditino das freiras de S. Bento da Avé Maria.

[.../...] Três datas marcam a vida deste edifício: 1533, 1834 e 1894. Na primeira, determina D. Manuel I a sua fundação, impondo nele o agrupamento dos pequenos mosteiros de S. Cristóvão de Rio Tinto, S. Salvador de Vila Cova de Sandim, Santa Maria Maior de Tarouquela e de S. Salvador de Tuías (todos eles, de resto, já em nítida decadência). Em 1834, sai o decreto da extinção das ordens religiosas em Portugal. Em 1894, decorre a demolição.»

CAPÍTULO

«O CONVENTO DE AVÉ-MARIA»,

em PORTO DESAPARECIDO

de MARINA TAVARES DIAS

e MÁRIO MORAIS MARQUES

(primeira edição, 2002).

 

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Porto Desaparecido


EM BREVE


Porto Desaparecido


DE

 

 

Marina Tavares Dias

 





e Mário Marques

Porto Desaparecido é um projecto que pretende levar a história do Porto até ao grande público, através de um livro divulgador dos principais temas que constituem o passado e o imaginário da cidade.

Subdividido em capítulos distintos, o tema central abarca assuntos ainda hoje tão referenciais na memória da cidade como A Brasileira e outros ca

fés do Porto ou as velhas pontes sobre o Douro.

De modo pioneiro naquilo que à historiografia do Porto diz respeito, Porto Desaparecido acompanha cada texto com um levantamento iconográfico exaustivo, atravessando várias épocas e as obras de vários fotógrafos, pintores e ilustradores que, ao longo de décadas e décadas, fizeram a herança fotográfica da cidade.

Obra inédita entre os muitos livros já publicados sobre a capital do Norte, não se limita a historiar ou a ilustrar temas, reunindo antes estas duas vertentes numa só, e sistematizando de modo exemplar as informações tratadas. Porto Desaparecido destina-se a um público-alvo que inclui os conhecedores do património portuense, mas também a muitos daqueles que, até agora, não liam livros sobre a sua cidade.