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sexta-feira, 9 de maio de 2014

MUITOS PEQUENOS PORMENORES
têm de ser acertados,
MESMO JÁ APÓS 
a escolha de uma fotografia 
E DE UM GRAFISMO PARA
cada capa
DE UMA OBRA DE 
MARINA TAVARES DIAS








Imagem até então inédita do Rei D. Carlos
a rir.Negativo de vidro. 
Autor: Joshua Benoliel. 
Arquivo Marina Tavares Dias


Da cronologia no final 
da biografia do Rei D. Carlos, por
MARINA TAVARES DIAS

1891

5 de Janeiro: congresso do Partido Republicano.

31 de Janeiro: revolta no Porto, onde chega a ser proclamada a República.

21 de Maio: D. Carlos empossa novo governo de João Crisóstomo, com participação dos regeneradores.

5 de Setembro: D. Carlos e D. Amélia visitam Castelo Branco e a Covilhã.

18 de Novembro: a família real parte para nova estadia no Porto.

5 de Dezembro: morre D. Pedro II, ex-imperador do Brasil, tio-avô do Rei.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

D. Pedro V: um Rei amado pela Invicta








É conhecida a predilecção do Rei D. Pedro V pela cidade do Porto, que visitou pela primeira vez ainda durante o reinado de sua mãe, a Rainha D. Maria II.

Dedicando particular carinho às Artes e às Indústrias do Norte, D. Pedro V lançou na cidade a ideia de um palácio para exposições (ver posts anteriores). A sua morte prematura, aos 24 anos, foi especialmente sentida pelos «Artistas Portuenses», que decidiram imediatamente abrir subscrição pública para que se erguesse monumento evocativo.

D. Pedro V morreu em 1861. Em Fevereiro de 1862 foi aprovado o projecto do escultor Teixeira Lopes (pai) e lançada a primeira pedra. A 27 de Janeiro de 1866 a estátua foi oficialmente colocada no pedestal. D. Luiz, irmão e sucessor do Rei, veio de Lisboa para as festividades. O monumento é um dos pioneiros exemplares de estatuária de rua na cidade do Porto. Tem como base pedestal de mármore, lavrado por António Almeida e Costa e decorado com objectos alegóricos (Fé, Agricultura, Indústria e Arte). Sobre este, a estátua em bronze, representando o Rei no seu habitual uniforme, zela sobre a praça há mais de século e meio. 

À sua volta, quase tudo mudou.

Veja-se como nesta cromolitografia do final do século XIX.