Pesquisar neste blogue

Mostrar mensagens com a etiqueta changes in Oporto. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta changes in Oporto. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 12 de março de 2014

O Rei D. Carlos no Porto

1894

4 de Março: D. Carlos e D. Amélia partem para o Porto, onde participam nas celebrações do centenário do Infante D. Henrique e na inauguração da estátua, na praça homónima. Fotografia rara das festividades nesse dia, vendo-se, ao fundo, o Mercado Ferreira Borges.


terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Do Jardim do Morro à Avenida da República | Gaia

Gosta do PORTO DESAPARECIDO©?

Do único, do original, do registado PORTO DESAPARECIDO
©?
Do que começa muito antes do Facebook em Portugal, em 2002 e como livro de sucesso?
Do de MARINA TAVARES DIAS e de MARIO MORAIS MARQUES?

Então, ajude a travar as várias cópias não autorizadas, trazendo mais pessoas para o nosso blog e para a nossa página no Facebook:
https://www.facebook.com/livroportodesaparecido

SERRA DO PILAR ANTES DA DEMOLIÇÃO DOS EDIFÍCIOS DESAPARECIDOS NA DÉCADA DE 1920. 
Imagem enviada pelos Amigos do Porto Desaparecido Original.
Obrigado e bem hajam!




domingo, 16 de fevereiro de 2014

OS POSTAIS DO PORTO NO ADVENTO DA VULGARIZAÇÃO DA FOTOGRAFIA A CORES  -  take IV


Gosta do PORTO DESAPARECIDO©

Do único, do original, do registado PORTO DESAPARECIDO? 


Do que começa muito antes do Facebook em Portugal, em 2002 e como livro de sucesso? 


Do de MARINA TAVARES DIAS e de MARIO MORAIS MARQUES?

Então, convide os seus amigos para frequentarem o nosso blog. 

Ajude a travar as várias cópias não autorizadas, trazendo mais «gostos» para a página do Facebook: https://www.facebook.com/livroportodesaparecido

PORTO DESAPARECIDO© Marina Tavares Dias e Mário Morais Marques. Por favor partilhem com os vossos amigos.


Mais dois postais da Avenida dos Aliados, 

enviados pelos Amigos do Porto Desaparecido Original. 

Obrigado e bem hajam!





quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

O PORTO DO FOTÓGRAFO BARÃO DE FORRESTER

Foi, sobretudo, um empresário vinícola, e como tal ainda é conhecido, através do vinho do Porto que ostenta o seu nome na própria embalagem. A partir dos anos 30 do século XIX iniciou o processo de total remodelação do comércio de vinho do Porto. Estudou as doenças típicas da videira nortenha e desenhou minuciosos mapas da região vinícola. Recebeu baronato, dado pelo Rei D. Fernando II (regente em nome do filho, Rei D. Pedro V), em 1855.

Joseph James Forrester viria a morrer afogado nas águas do Douro, num naufrágio em S. João da Pesqueira, em 1861. No mesmo barco seguia igualmente D. Antónia Ferreira («A Ferreirinha»), cuja crinolina terá flutuado, trazendo-a à superfície. O corpo de Forrester, que a Imprensa da época dizia andar sempre carregado de moedas de ouro em todos os bolsos, nunca foi recuperado.





O que poucos saberão, é ter sido o Barão de Forrester um dos pioneiros da Fotografia em Portugal, e autor de algumas das mais antigas imagens fotográficas que se conhecem do Porto. Como esta, cuja data rondará o ano de 1854, e que representa - espantosamente - o local onde mais tarde seria aberta a Praça Infante D. Henrique. Pasme-se!





domingo, 19 de janeiro de 2014

O Pasmatório dos Lóios ou «O Real Clube dos Encostados»

« [...] No edifício das Cardosas instalar-se-iam casas de modas, alfaiatarias, camisarias, bancos e – à esquina com o Largo dos Loios – a célebre Livraria Moré gerida por José Gomes Monteiro, amigo de Camilo e seu editor. Foi durante bastante tempo a melhor da cidade, tanto "pela sua armação de madeira polida e estantes envidraçadas" (1) como pelo bom fornecimento de livros e frequência de clientes. Até que uma outra, a livraria Chardron, levou os clientes para o topo da Rua das Carmelitas. »






«No edifício dos Congregados estabeleceram-se cafés, relojoarias, e tabacarias. Para a história ficou a memória de cafés como o Guichard, o Suisso, o Central, o Camanho e o Porto-Clube. Famosas foram as relojoarias de Geremy Girod e Germano Courrege. De frequência particularmente selecta, destacou-se a Ourivesaria Silveira. Nesse mesmo quarteirão permaneceu, durante alguns anos, a tabacaria Arnaldo Soares, editora de uma longa e valiosa série de postais ilustrados, e a casa bancária Pinto da Fonseca & Irmão. Centenária, continua hoje no local a Farmácia Birra » (continua no livro)

PORTO DESAPARECIDO
de
MARINA TAVARES DIAS
MÁRIO MORAIS MARQUES
(2002 - todos os direitos reservados)