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quinta-feira, 24 de abril de 2014

Os deuses vandalizados



Pormenor recortado do catálogo da Fábrica das Devezas (Vila Nova de Gaia) em 1910.

Nos últimos dois anos, a vandalização da fábrica, tendo em vista uma impossbilidade de recuperação, faz adivinhar o pouco que dela restará para testemunho futuro.


PORTO DESAPARECIDO
de
MARINA TAVARES DIAS
e
MÁRIO MORAIS MARQUES


quinta-feira, 17 de abril de 2014

DEVEZAS, com um 'Z'. Desespero, com um 'S'

Pormenor recortado da capa do catálogo da Fábrica das Devezas (Gaia) em 1910. Hoje em ruínas, foi a mais importante unidade do género entre as inúmeras que se implantaram na zona. As fábricas de cerâmica de Vila Nova de Gaia (ou do Porto, como inicialmente as designavam por divisão administrativa oitocentista) eram um dos tesouros industriais do Norte de Portugal. A sua agonia e morte simbolizam muita coisa, de que, necessariamente, voltaremos a «falar».

Foto: ARQUIVO MARINA TAVARES DIAS