Pesquisar neste blogue

Mostrar mensagens com a etiqueta cartofilia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta cartofilia. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 3 de junho de 2014





Peças do ARQUIVO MARINA TAVARES DIAS. Os bilhetes postais ilustrados. A explicação sobre muitas destas peças, assim como a história dos lugares, estão nos inúmeros livros de 
Marina Tavares Dias.
Edição de Paulo Guedes, fototipia, c. 1906. Vendedeiras de Mexilhão na rua, em Moledo do Minho.

sábado, 31 de maio de 2014

Peças do ARQUIVO MARINA TAVARES DIAS



Peças do ARQUIVO MARINA TAVARES DIAS. Os bilhetes postais ilustrados. A explicação sobre muitas destas peças, assim como a história dos lugares, estão nos inúmeros livros de Marina Tavares Dias.
Postal publicitário de José Emygdio de Souza Cardoso (pai do pintor Amadeo de Souza Cardoso). Adega de Manhufe, vinho verde amarantino. Circulado em 1909 para o Porto.

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Karl Marx no Porto ou a monumentalidade segundo Alfredo Lemos de Castro





Aqui está um exemplar da mais rara série de postais ilustrados portuenses. São quatro; a saber: este representando Marx, (com a Ponte D. Luiz); um com o retrato de Antero de Quental e o Hospital de Santo António; o terceiro homenageando José Fontana ao lado do antigo edifício  da Câmara Municipal do Porto e, por último, Alfredo Lemos de Castro a par da Torre dos Clérigos. Um quinto, que se sabe existir, não consta do Arquivo Marina Tavares Dias.


Por não apresentarem divisão bipartida do verso, podemos atestar serem anteriores a 1904. Talvez sejam mesmo, mesmo da dobra do século XIX para o século XX. Ultra-republicanos em plena Monarquia. Celebrando o Primeiro de Maio, Dia do Trabalhador.

Alfredo Lemos de Castro era operário, gráfico e dirigente sindical. Morreu em 1899, pouco antes da emissão destes postais. A sua morte foi muito sentida, e o funeral muito participado, com manifestações de pesar vindas da cidade inteira. Será ele o motivo de tão estranho tema cartófilo? - Litografias a homenagear, por igual, operários, homens célebres e monumentos nacionais? 

quinta-feira, 27 de março de 2014

COSTUMES do PORTO ANTIGO na cartofilia

A cartofilia de há um século sobrevivia em grande parte graças ao sucesso do bilhete postal topográfico, apesar do inegável impacto de outros bilhetes temáticos, hoje em dia (2014) um pouco injustamente agrupados sob o epíteto generalista de «românticos».

O certo é que foram estes, os «postais topográficos», que nos deixaram a memória dos costumes de cada cidade, assim como da arquitectura perdida e do património delapidado. No caso do Porto, os grandes editores, como Alberto Ferreira, Arnaldo Soares ou o geralmente designado «Estrela Vermelha» contribuíram com centenas de «clichés» até então desconhecidos - e que hoje nos permitem retomar quotidianos quase inimagináveis em certos locais.



Os tempos em que Ramalde era campo aberto 
(edição Estrela Vermelha)


O Bolhão inicial, ao ar livre
(edição Alberto Ferreira)

O pimitivo Teatro de S. João, antes do incêndio
(edição Arnaldo Soares)

sábado, 22 de março de 2014

OS POSTAIS do PORTO NO ADVENTO DA CARTOFILIA A CORES

PORTO DESAPARECIDO© 

Marina Tavares Dias 
e Mário Morais Marques. 


Continuamos a divulgar os postais digitalizados e enviados pelos Amigos do Porto Desaparecido
© Original. 
Obrigado e bem hajam!


Eixo Aliados-Cordoaria.  Quanto a verde... «E Tudo o Vento Levou».