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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

OS SOLAVANCOS DA PONTE PÊNSIL



«[...] 'Do bailar da ponte tive a experiência, a única vez que por ela passei, de trem, na meninice, com minha família, quando esta ia fazer uma visita de amizade á Quinta da Lavandeira em Gaia.
Os sacões que senti, foi quanto a minha memória reteve da ponte suspensa...' – diz-nos Pedro Vitorino [...]

PORTO DESAPARECIDO
de
MARINA TAVARES DIAS 
e
MÁRIO MORAIS MARQUES


domingo, 9 de fevereiro de 2014

PORMENORES DA PONTE PÊNSIL

«[...] Era estranha a forma como se acedia à ponte na margem do Porto. Entrava-se no tabuleiro de lado através de uma rampa, que começava no local da anterior ponte das barcas, construída em aterro sobre o rio com a extensão de cerca de oitenta metros.


Em madeira de pinho, importado da Suécia, foi construído o tabuleiro da ponte. Tinha a largura de seis metros, correspondendo quatro à faixa de rodagem e um metro a cada um dos passeios laterais, sobrelevados. As carlingas, vigas transversais em madeira, ligadas pelos topos aos cabos de suspensão e espaçadas de metro e meio, suportavam um estrado de pranchas dispostas em sentido longitudinal. Sobre estas pranchas, e paralelas às carlingas, uma nova fiada de tábuas formava a camada de desgaste. 

Em madeira de carvalho do norte eram as guardas da ponte constituídas por prumos colocados em correspondência com os cabos de suspensão e contraventados por cruzes de Santo André.» (CONTINUA NO LIVRO)

Capítulo «A Ponte Pênsil», 
PORTO DESAPARECIDO 
de MARINA TAVARES DIAS 
e MARIO MORAIS MARQUES.


terça-feira, 28 de janeiro de 2014

A LIGAÇÃO DAS MARGENS DO DOURO

Em 1837, ultrapassadas as grandes convulsões políticas do primeiro quartel do século, o país está pacificado. Portugal começa lentamente a industrializar-se, e o aumento da produção exige um sistema de infra-estruturas de transportes que permita uma eficaz distribuição. A ligação Porto – Lisboa torna-se fundamental nesse novo sistema. Ao contratualizar - neologismo hoje em moda - com a empresa construtora dessa estrada, o Estado inclui nos encargos a construção da desejada ponte sobre o Douro. [.../...] (continua)

pequeno excerto do livro
PORTO DESAPARECIDO
de
MARINA TAVARES DIAS
e
MÁRIO MORAIS MARQUES