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segunda-feira, 12 de maio de 2014


Porto Desaparecido
Marina Tavares Dias,
Mário Marques


Sinopse

Porto Desaparecido é um projecto que pretende levar a história do Porto até ao grande público, através de um livro divulgador dos principais temas que constituem o passado e o imaginário da cidade.
Subdividido em capítulos distintos, o tema central abarca assuntos ainda hoje tão referenciais na memória da cidade como A Brasileira e outros cafés do Porto ou as velhas pontes sobre o Douro.

De modo pioneiro naquilo que à historiografia do Porto diz respeito, Porto Desaparecido acompanha cada texto com um levantamento iconográfico exaustivo, atravessando várias épocas e as obras de vários fotógrafos, pintores e ilustradores que, ao longo de décadas e décadas, fizeram a herança fotográfica da cidade.

Obra inédita entre os muitos livros já publicados sobre a capital do Norte, não se limita a historiar ou a ilustrar temas, reunindo antes estas duas vertentes numa só, e sistematizando de modo exemplar as informações tratadas. 

Porto Desaparecido destina-se a um público-alvo que inclui os conhecedores do património portuense, mas também a muitos daqueles que, até então (2000), não tinham comprado livros sobre a sua cidade.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

D. Pedro V: um Rei amado pela Invicta








É conhecida a predilecção do Rei D. Pedro V pela cidade do Porto, que visitou pela primeira vez ainda durante o reinado de sua mãe, a Rainha D. Maria II.

Dedicando particular carinho às Artes e às Indústrias do Norte, D. Pedro V lançou na cidade a ideia de um palácio para exposições (ver posts anteriores). A sua morte prematura, aos 24 anos, foi especialmente sentida pelos «Artistas Portuenses», que decidiram imediatamente abrir subscrição pública para que se erguesse monumento evocativo.

D. Pedro V morreu em 1861. Em Fevereiro de 1862 foi aprovado o projecto do escultor Teixeira Lopes (pai) e lançada a primeira pedra. A 27 de Janeiro de 1866 a estátua foi oficialmente colocada no pedestal. D. Luiz, irmão e sucessor do Rei, veio de Lisboa para as festividades. O monumento é um dos pioneiros exemplares de estatuária de rua na cidade do Porto. Tem como base pedestal de mármore, lavrado por António Almeida e Costa e decorado com objectos alegóricos (Fé, Agricultura, Indústria e Arte). Sobre este, a estátua em bronze, representando o Rei no seu habitual uniforme, zela sobre a praça há mais de século e meio. 

À sua volta, quase tudo mudou.

Veja-se como nesta cromolitografia do final do século XIX.