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quarta-feira, 21 de maio de 2014

O passeio do lado da Praça onde moravam as Cardosas





Mais que um edificio só, esta fachada corresponde a 14 edificios de dois vãos e um, no centro, com três. Foi concluído em 1853, já Manuel Cardoso tinha morrido. As Cardosas da lenda nunca aqui habitaram. Agora que foi demolido todo o seu interior original, tudo se pode inventar. Até que foi um «palácio» de habitação.


Foto: prova digital de negativo estereoscópio de Aurélio da Paz dos Reis, depositado no CPF.
Desta imagem existiram cópias feitas pelo próprio Paz dos Reis e impressas em estereoscopia. Albuminas sobre cartão com imagem dupla. Pelo menos uma delas ainda existe, em colecção privada. O principal ponto de venda destes cartões estereoscópicos eram a própria loja (florista) de Paz dos Reis, a Flora Portuense, na mesma Praça da Liberdade aqui retratada. Ficava esta do lado da actual Confeitaria Atheneia.

sexta-feira, 7 de março de 2014

O PASMATÓRIO DOS LÓIOS, vulgo PASSEIO DAS CARDOSAS

«O Arquitecto Marques da Silva desenha os edifícios da Companhia A Nacional e do Banco Inglês que, simetricamente a Poente e Nascente, marcam de forma ténue a separação dos dois espaços urbanos. O seu estilo influenciará todas as futuras construções na nova Avenida e na Praça. Aqui, à volta da estátua de D. Pedro, todas as casas serão demolidas ou alteradas, sobrevivendo apenas, como testemunho do século XIX, o "Passeio das Cardosas".» (continua no livro)

PORTO DESAPARECIDO
MARINA TAVARES DIAS
e
MARIO MORAIS MARQUES,
2002


sexta-feira, 6 de setembro de 2013

O antigo CAFÉ ASTÓRIA

PORTO DESAPARECIDO 
de MARINA TAVARES DIAS e MÁRIO MORAIS MARQUES, 
capítulo sobre os cafés:

“Em 12/3/1932 abre um novo café no edifício das Cardosas, esquina com a Praça de Almeida Garrett, bem próximo da Estação de S. Bento. Chama-se Astória e anuncia-se como café-cervejaria. Segue, na organização do espaço, o modelo do café Monumental: três pisos, bar e cervejaria ao nível do r/c, café e salão de chá ao nível do primeiro piso e sala de jogos no segundo piso. Dirige-se a uma clientela em demanda da vizinha estação ferroviária, e ajusta os seus serviços aos horários dos comboios, anunciando, por isso, um serviço de pequenos almoços às sete horas da manhã. Com essa abertura matutina será o último poiso de muitos noctívagos. Fechará as portas a 15 de Abril de 1972.