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domingo, 24 de novembro de 2013

DAS «HORTAS» À LIBERDADE

«Praça Nova das Hortas lhe chamaram, em meados de setecentos. Praça da Liberdade a designam hoje em dia. Muito difícil se torna, na actualidade, imaginar como seria há trezentos anos essa zona limítrofe da cidade, situada fora de muralhas, no meio de campos de semeadura e laranjais. Em ciclos de um século ganhou importância, atraiu gente, encheu-se de movimento e foi cenário dos mais diversos e significativos acontecimentos. Continua a ser palco de grandes eventos. É “à Praça" que o portuense acorre em dias de festejos populares,  em noite de eleições é aí que aplaude a vitória do partido político preferido, em momentos de grande alegria é “na Praça" que comemora o triunfo do clube de futebol da sua predilecção. Na designação simples e expedita de "Praça" englobam-se mais dois espaços urbanos que a velha Praça Nova criou, ao transbordar dos seus limites originais em direcção a Norte: a Avenida dos Aliados e a Praça do General Humberto Delgado. Divididos por placas toponímicas que poucos lêem, são esculturas que definem, caracterizam e pontuam estes três lugares. Carinhosamente chamadas "O Cavalo da Praça", "A Menina da Avenida" e "O Garrett da Câmara" convivem em relação familiar com os passantes participando por vezes nos festejos e comemorações.» [.../...] (continua)

                  em:
PORTO DESAPARECIDO 
                de
MARINA TAVARES DIAS
                     e
MÁRIO MORAIS MARQUES



quinta-feira, 4 de julho de 2013

A Brasileira

OS CAFÉS DO PORTO

EXCERTO DO CAPÍTULO 

OS CAFÉS DO PORTO

Adriano Telles foi responsável pela inauguração posterior das Brasileiras de Lisboa (a do Chiado, em 1905, e a do Rossio, em 1911) e também mentor do aparecimento da Brasileira de Braga, fundada pelo então seu sócio Adolpho de Azevedo, a 17 de Março de 1907. Ainda antes de conquistar Coimbra com estabelecimento congénere, na Rua Ferreira Borges, Telles levou a fama do seu café até terras de Espanha, instalando uma diminuta sucursal em Sevilha.


quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

O CONVENTO DE AVÉ-MARIA

Fotografia inédita,

da colecção de Mário Morais Marques

publicada em exclusivo no livro

PORTO DESAPARECIDO (2002)

 

«No preciso local onde hoje se ergue a Estação de S. Bento

 existiu, até finais do século XIX, o belo edifício do

convento beneditino das freiras de S. Bento da Avé Maria.

[.../...] Três datas marcam a vida deste edifício: 1533, 1834 e 1894. Na primeira, determina D. Manuel I a sua fundação, impondo nele o agrupamento dos pequenos mosteiros de S. Cristóvão de Rio Tinto, S. Salvador de Vila Cova de Sandim, Santa Maria Maior de Tarouquela e de S. Salvador de Tuías (todos eles, de resto, já em nítida decadência). Em 1834, sai o decreto da extinção das ordens religiosas em Portugal. Em 1894, decorre a demolição.»

CAPÍTULO

«O CONVENTO DE AVÉ-MARIA»,

em PORTO DESAPARECIDO

de MARINA TAVARES DIAS

e MÁRIO MORAIS MARQUES

(primeira edição, 2002).

 

OS ARMAZÉNS HERMÍNIOS

OS ARMAZÉNS HERMÍNIOS

sucederam ao Teatro Baquet,

após o terrível incêndio deste último.

Durante década, ocuparam o mesmo local,

com fachadas sobre as ruas de Santo António

e Sá da Bandeira.




Este cartaz da estação de Inverno
de 1917-1918
é um original
do ARQUIVO MARINA TAVARES DIAS,
inédito e publicado a página inteira
no capítulo
O TEATRO BAQUET
do livro PORTO DESAPARECIDO.

OS CAFÉS DA PRAÇA NOVA

PORTO DESAPARECIDO


CAPÍTULO OS CAFÉS DO PORTO




Quarteirão dos cafés Guichard e Camanho antes das demolições.
Postal editado por Arnaldo Soares,
usado como ilustração da história destes cafés,
no capítulo Os Cafés do Porto,
do livro PORTO DESAPARECIDO
de MARINA TAVARES DIAS
e MARIO MORAIS MARQUES.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Porto Desaparecido


EM BREVE


Porto Desaparecido


DE

 

 

Marina Tavares Dias

 





e Mário Marques

Porto Desaparecido é um projecto que pretende levar a história do Porto até ao grande público, através de um livro divulgador dos principais temas que constituem o passado e o imaginário da cidade.

Subdividido em capítulos distintos, o tema central abarca assuntos ainda hoje tão referenciais na memória da cidade como A Brasileira e outros ca

fés do Porto ou as velhas pontes sobre o Douro.

De modo pioneiro naquilo que à historiografia do Porto diz respeito, Porto Desaparecido acompanha cada texto com um levantamento iconográfico exaustivo, atravessando várias épocas e as obras de vários fotógrafos, pintores e ilustradores que, ao longo de décadas e décadas, fizeram a herança fotográfica da cidade.

Obra inédita entre os muitos livros já publicados sobre a capital do Norte, não se limita a historiar ou a ilustrar temas, reunindo antes estas duas vertentes numa só, e sistematizando de modo exemplar as informações tratadas. Porto Desaparecido destina-se a um público-alvo que inclui os conhecedores do património portuense, mas também a muitos daqueles que, até agora, não liam livros sobre a sua cidade.