POSTAIS A CORES, TAKE 3
Ultimamente, temos recebido inúmeras ofertas de postais ilustrados dos primórdios da moda dos bilhetes topográficos a cores (alguns impressos ainda antes da vulgarização das tipografias de rotativa). Alguns da década de 1950, outros dos anos 60 e 70. Agradecemos a todos os leitores que, tão gentilmente, nos sugerem novos capítulos baseados em iconografia recente. Afinal, a cidade (arredores e cidades limítrofes incluídos) tem mudado tanto nas últimas décadas...
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segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
sábado, 14 de dezembro de 2013
PORTO DESAPARECIDO
O original.
O de MARINA TAVARES DIAS
e MÁRIO MORAIS MARQUES.
POSTAIS A CORES, TAKE 2
O de MARINA TAVARES DIAS
e MÁRIO MORAIS MARQUES.
POSTAIS A CORES, TAKE 2
Ultimamente, temos recebido inúmeras ofertas de postais ilustrados dos primórdios da moda dos bilhetes topográficos a cores (alguns impressos ainda antes da vulgarização das tipografias de rotativa). Alguns da década de 1950, outros dos anos 60 e 70. Agradecemos a todos os leitores que, tão gentilmente, nos sugerem novos capítulos baseados em iconografia recente. Afinal, a cidade tem mudado tanto nas últimas décadas...
Aqui estão alguns exemplos das ofertas, com um agradecimento a todos, por ser impossível agradecer individualmente.
Aqui estão alguns exemplos das ofertas, com um agradecimento a todos, por ser impossível agradecer individualmente.
domingo, 8 de dezembro de 2013
A BRASILEIRA e OS LUSÍADAS
Excerto do capítulo sobre
A BRASILEIRA
PORTO DESAPARECIDO
de MARINA TAVARES DIAS
e MÁRIO MORAIS MARQUES:
«Nas páginas do jornal «A Brazileira» encontram-se, desde o início da publicação, preciosas referências aos hábitos de consumo do café, no Porto e em Lisboa. Entre os artigos de fundo e os anúncios a fornecedores e clientes, Adriano Telles arranjava sempre espaço para mais um poema à sua paixão.[.../...] O "freguês" Pires de Lima não fica aquém do seu mentor quando, a 4 de Maio de 1905 [...], escreve:
"Os célebres Goncourt propuseram que um literato escrevesse, sucessivamente, três livros, estimulando o cérebro uma vez com café, outra com chá e a terceira com álcool, e que se estudasse a influência que essas substâncias podiam ter na génese das obras de arte. Parece-me que a experiência ainda não foi feita e a literatura actual muito teria a lucrar, se ela fosse tentada no nosso país. Se as bebidas chamadas intelectuais influem, como creio, no valor dos pensamentos, os nossos literatos de hoje, na sua grande maioria, usam por certo géneros falsificados, ou então bebem só água… Se bebessem café d’A Brazileira, não tardaríamos a ter outros ‘Lusíadas’!"»
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
UMA PONTE PARA A LINHA FÉRREA
[... / ...]O primeiro estudo previa a passagem do rio no Areinho e a estação no fundo do Freixo indo ligar à linha do Minho e Douro em Rio Tinto. O segundo estudo coincidia com o primeiro numa extensão aproximadamente de dois quilómetros. Depois virava à direita e fazia a travessia no lugar da Pedra Salgada, flectia à esquerda para parar no Campo do Cirne, actualmente designado de Campo 24 de Agosto, juntando-se aí com as linhas do Minho e Douro. De acordo com estes planos chegaram os trabalhos a iniciar-se com a construção de um extenso túnel entre a actual Avenida da República e Oliveira do Douro. Abandonado posteriormente, seria essa construção adquirida pela empresa Real Vinícola que a utiliza actualmente como armazém. O terceiro traçado seguiria das Devesas em direcção à Serra do Pilar atravessando-a em túnel. Depois, faria a travessia do rio entre escarpas e passando de novo em túnel, sob o edifício do actual Colégio dos Órfãos, alcançaria o Cimo de Campanhã onde encontraria as linhas do Minho e Douro.
Aceite a terceira solução foi aberto concurso, em 1875, para o projecto da nova Ponte e a obra foi adjudicada à solução mais económica, apresentada por MM Eiffel & C.ª de Paris. O célebre engenheiro francês era ainda um quase desconhecido. Associara-se poucos anos antes ao engenheiro belga T. Seyrig, tinha pouca obra executada e a Ponte do Douro lançou-o no caminho da fama.
Aceite a terceira solução foi aberto concurso, em 1875, para o projecto da nova Ponte e a obra foi adjudicada à solução mais económica, apresentada por MM Eiffel & C.ª de Paris. O célebre engenheiro francês era ainda um quase desconhecido. Associara-se poucos anos antes ao engenheiro belga T. Seyrig, tinha pouca obra executada e a Ponte do Douro lançou-o no caminho da fama.
[continua no livro
PORTO DESAPARECIDO
de MARINA TAVARES DIAS
e MÁRIO MORAIS MARQUES]
domingo, 1 de dezembro de 2013
Rua dos Clérigos no início do século XX
PORTO DESAPARECIDO © Marina Tavares Dias e Mário Morais Marques.
Rua dos Clérigos no início do século XX.
Prova em albumina.
Rua dos Clérigos no início do século XX.
Prova em albumina.
ARQUIVO MARINA TAVARES DIAS
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