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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

OS BEBÉS E O BANHEIRO




Em 1918, Espinho era uma « vila [que] conta[va] muitos edifícios
elegantes e confortáveis, lindas vivendas e rendilhados
chalets, bons hotéis, ruas e avenidas espaçosas, teatros,
cinematógrafos, casinos, cafés [.../...] e grande
abundância de estabelecimentos comerciais de todos
os géneros. [Era] iluminada por luz eléctrica e
acha[va]-se ligada ao Porto pelo telefone da rede geral»

Boletim da Sociedade Propaganda de Portugal, 1918.



terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Imagens enviadas pelos amigos do PORTO DESAPARECIDO © Marina Tavares Dias e Mário Morais Marques

Convide os seus amigos para frequentarem o nosso blog. Ajude a travar as várias cópias não autorizadas, trazendo mais «gostos» para a página do Facebook, referida mesmo aqui à direita da página.

Aqui ficam, pois, mais imagens enviada pelos amigos da página oficial do PORTO DESAPARECIDO © Marina Tavares Dias e Mário Morais Marques.










Postais de vendedeiras do início do século XX, 
fotografia do Mercado do Anjo, 
Carro de bois em Ramalde
 e banhos em Espinho

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(Se o original digitalizado não estiver na posse de quem no-lo sugere, 
pedimos, por favor, confirmação da fonte. Obrigado.)


terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Espinho no tempo das barraquinhas listadas de azul

[...] «Espinho dividia-se em dois bairros: um muito pobre e outro muito rico. O primeiro configurava a praia antiga, para poente, alinhando cabanas de pescadores. O segundo encostava-se à estação do caminho-de-ferro e era frequentado pelos veraneantes endinheirados. Sucessivos avanços do mar destruiriam a maior parte daquilo que constituiu o bairro típico. Mão humana faria desaparecer, de modo igualmente implacável, o que foi poupado pela água.»

MARINA TAVARES DIAS
em revista VISÃO 
(secção PHOTOGRAPHIAS DE VERÃO;
Agosto 2011)