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quarta-feira, 21 de maio de 2014

O passeio do lado da Praça onde moravam as Cardosas





Mais que um edificio só, esta fachada corresponde a 14 edificios de dois vãos e um, no centro, com três. Foi concluído em 1853, já Manuel Cardoso tinha morrido. As Cardosas da lenda nunca aqui habitaram. Agora que foi demolido todo o seu interior original, tudo se pode inventar. Até que foi um «palácio» de habitação.


Foto: prova digital de negativo estereoscópio de Aurélio da Paz dos Reis, depositado no CPF.
Desta imagem existiram cópias feitas pelo próprio Paz dos Reis e impressas em estereoscopia. Albuminas sobre cartão com imagem dupla. Pelo menos uma delas ainda existe, em colecção privada. O principal ponto de venda destes cartões estereoscópicos eram a própria loja (florista) de Paz dos Reis, a Flora Portuense, na mesma Praça da Liberdade aqui retratada. Ficava esta do lado da actual Confeitaria Atheneia.

domingo, 19 de janeiro de 2014

O Pasmatório dos Lóios ou «O Real Clube dos Encostados»

« [...] No edifício das Cardosas instalar-se-iam casas de modas, alfaiatarias, camisarias, bancos e – à esquina com o Largo dos Loios – a célebre Livraria Moré gerida por José Gomes Monteiro, amigo de Camilo e seu editor. Foi durante bastante tempo a melhor da cidade, tanto "pela sua armação de madeira polida e estantes envidraçadas" (1) como pelo bom fornecimento de livros e frequência de clientes. Até que uma outra, a livraria Chardron, levou os clientes para o topo da Rua das Carmelitas. »






«No edifício dos Congregados estabeleceram-se cafés, relojoarias, e tabacarias. Para a história ficou a memória de cafés como o Guichard, o Suisso, o Central, o Camanho e o Porto-Clube. Famosas foram as relojoarias de Geremy Girod e Germano Courrege. De frequência particularmente selecta, destacou-se a Ourivesaria Silveira. Nesse mesmo quarteirão permaneceu, durante alguns anos, a tabacaria Arnaldo Soares, editora de uma longa e valiosa série de postais ilustrados, e a casa bancária Pinto da Fonseca & Irmão. Centenária, continua hoje no local a Farmácia Birra » (continua no livro)

PORTO DESAPARECIDO
de
MARINA TAVARES DIAS
MÁRIO MORAIS MARQUES
(2002 - todos os direitos reservados)