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quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Pormenores publicitários d'A BRASILEIRA do Porto



Pormenores de bilhetes postais publicitários d' A Brazileira e da sua presença nos cartazes pelas ruas do Porto (só muito depois da modificação ortográfica de 1912 passaria a utilizar-se a grafia com um «s», pois a fachada ostentou o «z» até às obras da década de 1930).

A Brasileira, como já aqui referimos várias vezes, é nosso tema de eleição. Foi fundada por Adriano Telles no Porto, na Rua Sá da Bandeira, em 1903. Em 1905 abriria, em Lisboa, A Brazileira do Chiado, ponto de encontro da geração da revista ORPHEU. Em 1911, a mesma firma inaugurou a Brasileira do Rossio, o seu segundo café na capital.

PORTO DESAPARECIDO
de
MARINA TAVARES DIAS
e
MÁRIO MORAIS MARQUES
capítulo:
A BRAZILEIRA








IMAGENS: Arquivo Marina Tavares Dias

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

S. Bento da Avé Maria

Em PORTO DESAPARECIDO 

de Marina Tavares Dias 

e Mário Morais Marques


«No preciso local onde hoje se ergue a Estação de S. Bento existiu, até finais do século XIX, o belo edifício do convento beneditino das freiras de S. Bento da Avé Maria. Entre os inúmeros objectos do seu recheio que sucessivos leilões dispersaram venerava-se, ainda em 1894, ano da demolição, um livrinho do tamanho de uma caixa de fósforos de cera. [...] as freiras guardavam-no numa caixa de xarão com embutidos de cor [...] uma minúscula edição da "Regra de S. Bento", e a ela se associava uma das muitas lendas do convento . » 
(excerto e ilustrações do capítulo O Convento de Avé Maria)




sexta-feira, 6 de setembro de 2013

O antigo CAFÉ ASTÓRIA

PORTO DESAPARECIDO 
de MARINA TAVARES DIAS e MÁRIO MORAIS MARQUES, 
capítulo sobre os cafés:

“Em 12/3/1932 abre um novo café no edifício das Cardosas, esquina com a Praça de Almeida Garrett, bem próximo da Estação de S. Bento. Chama-se Astória e anuncia-se como café-cervejaria. Segue, na organização do espaço, o modelo do café Monumental: três pisos, bar e cervejaria ao nível do r/c, café e salão de chá ao nível do primeiro piso e sala de jogos no segundo piso. Dirige-se a uma clientela em demanda da vizinha estação ferroviária, e ajusta os seus serviços aos horários dos comboios, anunciando, por isso, um serviço de pequenos almoços às sete horas da manhã. Com essa abertura matutina será o último poiso de muitos noctívagos. Fechará as portas a 15 de Abril de 1972.

domingo, 18 de agosto de 2013

O INCÊNDIO DO TEATRO BAQUET

Em PORTO DESAPARECIDO, de Marina Tavares Dias e Mário Morais Marques (2001) 

«Embora o sol tivesse brilhado durante o dia, o estio não parecia para breve, naquela noite de Março de 1888. O vento soprava veloz à entrada da Rua de Santo António e os transeuntes, com abafos de Inverno, rumavam quase todos para o mesmo destino: a fachada iluminada do Teatro Baquet, cujo cartaz prometia espectáculo duplo, até depois da meia-noite, em homenagem ao actor Firmino.» (excerto do capítulo)


terça-feira, 25 de junho de 2013

A PONTE PÊNSIL

A PONTE PÊNSIL.


Excerto do capítulo inaugural do livro

PORTO DESAPARECIDO


DE

MARINA TAVARES DIAS


E

MÁRIO MORAIS MARQUES


Em 1837, ultrapassadas as grandes convulsões políticas do primeiro quartel do século, [...] Portugal começa lentamente a industrializar-se [.../...]. A ligação Porto – Lisboa torna-se fundamental [.../...].

Entre a cidade do Porto e Vila Nova de Gaia irá construir-se, então, a primeira ponte definitiva de todo o curso nacional e internacional deste rio. Curiosamente, enquanto a construção da ponte demorou menos de dois anos, a estrada de ligação à capital só ficaria completa um quarto de século depois, em 1861, já em pleno Fontismo. [..../....]

domingo, 26 de maio de 2013

A TRAGÉDIA DO TEATRO BAQUET

«A história do incêndio do Teatro Baquet, passada de avós a

netos em registo de 'quem conta um conto acrescenta um 

ponto', marcou o imaginário de muitas crianças nascidas

muitas décadas após a noite de 20 de Março de 1888. Ouvi-

-a da boca do meu avô materno ainda antes de fazer quatro

anos.» 






Início do capítulo 

O TEATRO BAQUET 

em PORTO DESAPARECIDO 

de Marina Tavares Dias 

e Mário Morais Marques.