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domingo, 21 de dezembro de 2014

O TEMPO DAS LOJAS DE BRINQUEDOS





Bazar dos Três Vinténs, cuja placa de azulejos persiste, recordando as cativantes memórias de Ruben A. em «O Mundo à Minha Procura».

Fotografia: ARQUIVO MARINA TAVARES DIAS, 2013. — em Rua de Cedofeita. PORTO DESAPARECIDO © Marina Tavares Dias e Mário Morais Marques. 

sábado, 27 de setembro de 2014

O Teatro de Camões





Aqui está o Teatro Camões, que também foi chamado de Teatro Chalet, na esquina da Rua de Camões com a actual de Alferes Malheiro. Coincide com o actual espaço exterior (com frente para a Rua de Camões) da actual estação do metro da Trindade.


Mário Morais Marques
em
https://pt-pt.facebook.com/livroportodesaparecido
Fotografia:
Feira do Carvão e Teatro de Camões
por
Emílio Biel



quinta-feira, 3 de julho de 2014

Visite-nos no Facebook


https://pt-pt.facebook.com/livroportodesaparecido

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Esta é a nossa página no Facebbok. Se gosta do PORTO DESAPARECIDO original, do livro de MARINA TAVARES DIAS e MÁRIO MORAIS MARQUES, siga o link e dê-nos a sua preferência. Na zona da página que indicamos com um oval, pode convidar os seus amigos para também «GOSTAREM» da página que ali mantemos. OBRIGADO A TODOS OS NOSSOS FANTÁSTICOS LEITORES.

sábado, 7 de junho de 2014

Antes da Avenida




Rua de D. Pedro, por trás do antigo edificio da Câmara Muncicipal, antes da abertura da Avenida dos Aliados. O edificio da esquina, à direita, sobreviveu. Alberga o Café Embaixador , na Rua de Sampaio Bruno. Colaram-lhe, tapando a fachada que se vê na imagem, outro prédio, onde até há pouco tempo esteve um banco - e que faz hoje a esquina com a Avenida dos Aliados.

À esquerda, era mesmo a Câmara Municipal. Demolida foi, ao desaparecer esta rua, também a casa que sobressai ao centro da imagem. Nos pisos superiores era o Hotel Francfort. Cá em baixo, o Café Chaves.

Postal ilustrado topográfico em fototipia. Edição Alberto Ferreira, c. 1904.

quarta-feira, 4 de junho de 2014

PRIMEIRO DE MAIO, 1900

As comemorações do 1.º de Maio de 1900 integraram um cortejo alegórico que se formou na actual Praça da República, passou por varias ruas do Porto e foi a Gaia, ao pé da Serra do Pilar, onde houve um comicio.

Abria o cortejo um carro alegórico dedicado ao trabalho, onde se liam algumas inscrições, como:

“A educação deve ter por base a ciencia e não a fé”,
“O trabalho é a fonte de todas as riquezas”,
“Nem deveres sem direitos, nem direitos sem deveres”,
“A união faz a força”.

E à frente do carro, emoldurado por um trofeu de bandeiras e festões de verdura, o retrato de Karl Marx ,apontando para um livro onde se lia “Proletários de todo o mundo, uni-vos!”

PORTO DESAPARECIDO© 
Marina Tavares Dias 
e Mário Morais Marques.


quinta-feira, 10 de abril de 2014

MATOSINHOS NO ADVENTO DA CARTOFILIA A CORES

PORTO DESAPARECIDO©


de


Marina Tavares Dias


Mário Morais Marques.


Continuamos a divulgar os postais
digitalizados e enviados pelos
Amigos do Porto Desaparecido© Original.
Obrigado e bem-hajam!


 Matosinhos. A faina das redes na década de 1970

Matosinhos. Rua Brito Capelo na década de 1920

sábado, 5 de abril de 2014

O NOSSO AMADO CAFÉ «PIOLHO»

Outro café famoso sobrevive é o Âncora d'Ouro, mais conhecido de todos os portuenses como «O Piolho». Figurando num almanaque de 1883, será provavelmente o mais antigo da cidade ainda em funcionamento, logo seguido do Café Progresso. A passagem das instalações universitárias para outras zonas menos centrais está a despovoá-lo, mas as lápides dispersas nas paredes testemunham bem o que ele representou para várias gerações de estudantes.
[...]
No Largo do Moinho de Vento sobrevive o café Progresso. Nos tempos da Politécnica era este estabelecimento conhecido como o café dos Professores, enquanto o Piolho era o dos estudantes. Escapou à moda das renovações que os outros sofreram nos anos 30 e mantém as características dos velhos botequins.

MARINA TAVARES DIAS
e
MÁRIO MORAIS MARQUES
em
PORTO DESAPARECIDO
(2002)


Fotografia: Marina Tavares Dias

quarta-feira, 2 de abril de 2014

'Camilianando'... caminhando

PORTO DESAPARECIDO© Marina Tavares Dias e Mário Morais Marques. 




A gravura que Alberto Pimentel inseriu em “O Romance do Romancista”, e que aqui deixámos em «post» alusivo, é a única imagem conhecida do Café Guichard. Embora posterior ao seu encerramento, coincide com as descrições escritas que os  frequentadores nos deixaram.

Desses frequentadores, o mais famoso, foi sem dúvida Camilo Castelo Branco que assiduamente ali parava na sua juventude, reunindo tertúlia que raramente passava despercebida. Dessa vivência deixou-nos o escritor o testemunho, espalhado por várias páginas dos seus livros.



terça-feira, 1 de abril de 2014

UMA DESCOBERTA DAS INVESTIGAÇÕES DO PORTO DESAPARECIDO

DURANTE AS INVESTIGAÇÕES
PARA O CAPÍTULO 
SOBRE OS CAFÉS DO PORTO,

MARINA TAVARES DIAS
E MÁRIO MORAIS MARQUES

RECUPERARAM A QUE DEVERÁ SER
A MAIS ANTIGA REFERÊNCIA A CAFÉ
NA CIDADE DO PORTO.

O TEXTO É UMA DELÍCIA,
E MERECE LEITURA.




"Assim escrevia, em 1786, o abade de Jazente, Paulino António Cabral de Vasconcelos, que como poeta satírico e galanteador de damas passou à história. O Abade gozava a vida, frequentava as festas dos salões portuenses e escrevia sonetos. O café, bebida exótica e cara era, com toda a certeza, servido nesses lugares, envolto em rituais de luxo e divertimento. Embora no ano de 1786 o Café Martinho da Arcada fosse novidade em Lisboa, não existem notícias de qualquer estabelecimento de venda exclusiva desta bebida na cidade do Porto, em finais do século XVIII. Se algum desses lugares existiu e o abade - poeta o frequentava, provavelmente nunca o saberemos. "

sábado, 29 de março de 2014

AS TERTÚLIAS DO GUICHARD NA PRAÇA NOVA

PORTO DESAPARECIDO©
Marina Tavares Dias

Mário Morais Marques.

Poucos anos depois, um outro café abriria na Praça de D. Pedro, no edifício que fora dos frades dos Congregados, duas portas adiante da esquina que torneja para o templo. Feio lhe chamaram, de mau gosto o apelidaram e, no entanto, esse café, o "Guichard", foi, e talvez continue a ser, o mais famoso da cidade do Porto.

 A respeito profetizou Júlio Diniz: "[...] há de merecer uma menção honrosa na história da literatura portuense"*. Na realidade, por aí passaram quase todos os nomes da geração de escritores românticos. Camilo é o mais conhecido, e os seus primeiros anos de permanência na cidade do Porto confundem-se com peripécias e aventuras centradas no famoso botequim. 

Em "Serões de S. Miguel de Seide", numa das inúmeras referências que deixou a propósito do Guichard e de um dos seus frequentadores, Camilo escreve: "Em 1849 era João Roberto de Araujo Taveira um dos mais galhofeiros e satiricos rapases da phalange do café Guichard - que eu chamava uma colmeia onde se emmelavam doces favos de espirito, se aquelle botequim não fosse antes um vespereiro que desferia, ás revoadas, ferretoando os bócios dos gordos philistinos da "Assembleia" e as macias espaduas lácteas das suas consortes no coração e nos ádypos"*. 

Esclareça-se que a "Assembleia" era a Assembleia Portuense, antepassada do Clube Portuense, sendo os seus frequentadores o alvo preferencial dos ataques violentos e mordazes dos rapazes do Guichard.

(CONTINUA NO LIVRO)


quinta-feira, 27 de março de 2014

COSTUMES do PORTO ANTIGO na cartofilia

A cartofilia de há um século sobrevivia em grande parte graças ao sucesso do bilhete postal topográfico, apesar do inegável impacto de outros bilhetes temáticos, hoje em dia (2014) um pouco injustamente agrupados sob o epíteto generalista de «românticos».

O certo é que foram estes, os «postais topográficos», que nos deixaram a memória dos costumes de cada cidade, assim como da arquitectura perdida e do património delapidado. No caso do Porto, os grandes editores, como Alberto Ferreira, Arnaldo Soares ou o geralmente designado «Estrela Vermelha» contribuíram com centenas de «clichés» até então desconhecidos - e que hoje nos permitem retomar quotidianos quase inimagináveis em certos locais.



Os tempos em que Ramalde era campo aberto 
(edição Estrela Vermelha)


O Bolhão inicial, ao ar livre
(edição Alberto Ferreira)

O pimitivo Teatro de S. João, antes do incêndio
(edição Arnaldo Soares)

terça-feira, 25 de março de 2014

A casa de FANNY OWEN


Imagem rara de Teresa Menezes como Fanny Owen, 
no seu jardim de Vilar do Paraíso (Gaia). 
«Francisca», filme de Manoel de Oliveira 
baseado no livro «Fanny Owen»
de Agustina Bessa-Luís, 1981.

[...] Vilar do Paraíso ainda vive à sombra de cenários camilianos. O pequeno jardim da terra acolhe uma capela dedicada a S. Martinho. Enquanto ela vai ou não vai abaixo (também há projectos para a demolir), vão-se cumprindo mais ciclos dessa vida ancestral.[...]

À beira do caminho, a antiga casa de Fanny Owen perdeu os rótulos verdes descritos por Camilo. Recebeu, algures no tempo, um revestimento de azulejos, provavelmente encomendados a uma das outrora célebres fábricas de cerâmica de Gaia. 

De resto, é a "pinturesca morada" de "No Bom Jesus do Monte" e das "Duas Horas de Leitura": um muro baixo com lanças de ferro, o portão ladeado por taças de pedra, o pátio lateral sob janelas de guilhotina, uma escada exterior para o primeiro andar. Por trás, a pequena quinta com tanque e nora. Ao fundo, o mirante por onde, "medindo do céu abaixo a profundidade do abismo", Fanny se precipitou nos braços do seu raptor, José Augusto Pinto de Magalhães. [...]

MARINA TAVARES DIAS
fragmento de reportagem sobre 
moradas ligadas a Camilo Castelo Branco

sábado, 22 de março de 2014

OS POSTAIS do PORTO NO ADVENTO DA CARTOFILIA A CORES

PORTO DESAPARECIDO© 

Marina Tavares Dias 
e Mário Morais Marques. 


Continuamos a divulgar os postais digitalizados e enviados pelos Amigos do Porto Desaparecido
© Original. 
Obrigado e bem hajam!


Eixo Aliados-Cordoaria.  Quanto a verde... «E Tudo o Vento Levou».






sexta-feira, 21 de março de 2014

De GAIA ao PORTO em 1877

O Comboio chegou às Devesas em 1864, mas teve de aguardar vários anos até alcançar a capital do Norte, cessando então o serviço da Mala-Posta.

Os passageiros, depois de desembarcarem na estação das Devesas, em Vila Nova de Gaia, mudavam-se para traquitanas puxadas por cavalos, entrando aos tropeções na cidade do Porto.

Lady Jackson no seu livro de crónica de viagens
A Formosa Lusitânia, que Camilo traduziu e se publicou no Porto em 1877, conta-nos assim o final da viagem de comboio que iniciara em Lisboa:

« [...] Mas ainda tínhamos que andar, e atravessar o Douro, antes de chegar ao Porto, ou Oporto, como os inglezes querem que seja. Uma estreita caixa de madeira de um omnibus, era o único transporte, e nós os trez e mais dous com innumeras malas, caixotes e saccos, com difficuldade cabiamos. Subimos e depois descemos vagarosamente uma íngreme encosta e passamos a ponte-pênsil, alumiada pelos lampejos dos raros lampeões. Começava a tremular no rio o radiar da lua, dando feitios fantasticos às sombras dos objectos, quando íamos em solavancos a entrar na cidade, que se eleva na montanha fronteira a nós. Passava das onze horas quando entramos no Porto.»


MARINA TAVARES DIAS
MÁRIO MORAIS MARQUES
PORTO DESAPARECIDO

A Ribeira na década de 1860,
numa albumina de Carlos Relvas

quarta-feira, 19 de março de 2014

O GUICHARD


O oitocentista Café Guichard, na Praça Nova, no tempo
em que Camillo Castello Branco ali se reunia 
em tertúlia. Capítulo 
OS CAFÉS DO PORTO. PORTO DESAPARECIDO 
de MARINA TAVARES DIAS e MÁRIO MORAIS MARQUES.


Um visitante experimentado e fino chega a qualquer parte, entra no café, observa-o, examina-o e tem conhecido o país em que está, o seu governo, as suas leis, os seus costumes, a sua religião. 
Almeida Garrett.

segunda-feira, 17 de março de 2014

Guarany: o índio déco da Avenida

Excerto de

PORTO DESAPARECIDO
de
MARINA TAVARES DIAS
e
MÁRIO MORAIS MARQUES





[...] Sobre o Café Monumental e sobre o Guarany, descrevendo o ambiente e respectivas orquestras, escreveu o engenheiro João António Ferreira Lamas, recordando o convívio que mantivera com o então seu colega na Faculdade de Engenharia do Porto e futuro poeta Jorge de Sena:

"Havia, no entanto, um ou outro café em que tocavam orquestras ligeiras, na Avenida dos Aliados, como o Monumental, com a orquestra do Almeida Cruz e outras, e o Guarany. Que existe ainda, embora muito transformado.

Ao fim da tarde, íamos até lá ouvir as belíssimas músicas de Benny Godmann, Harry James, Francisco Canaro, Felix Mendelsohn, Glen Miller, etc, músicas que ainda hoje nos deliciam (e não só por saudosismo, porque também são apreciadas pelos mais novos), como "La Comparsita" ou "In the Mood". O ambiente era pesadíssimo, de cortar à faca; o espaço reduzidíssimo, ficávamos quase ao colo uns dos outros, mas era das poucas coisas agradáveis de que podíamos desfrutar pelo preço de uma bica.
" [...]
(CONTINUA NO LIVRO)

domingo, 16 de março de 2014

A destruição da Cidade do Cinema da INVICTA FILM. Take 2





PORTO DESAPARECIDO 
O original,
o de
MARINA TAVARES DIAS
MÁRIO MORAIS MARQUES

"A Invicta Film Lda., usando o epíteto habitualmente conferido à capital do Norte, foi uma empresa pioneira do cinema português fundada a 22 de Novembro de 1917. O capital inicial de 150.000 escudos, soma milionária para o seu tempo, demonstra bem a disponibilidade e a crença dos sócios que se envolveram nesta maravilhosa aventura duma nova forma de arte, por muitos ainda vista, na época, como espectáculo de circo.

No ano seguinte, é contratado o realizador Georges Pallu, que rapidamente se especializa em adaptações dos clássicos da literatura portuguesa, como Júlio Diniz («Os Fidalgos da Casa Mourisca», 1920) ou Camilo Castelo Branco («Amor de Perdição», 1921), sempre com enorme sucesso nos écrans portuenses e também nos lisboetas. Rino Lupo, outro dos realizadores míticos da Invicta, assinaria o igualmente bem-sucedido «Zé do Telhado» (1929).

O que aconteceu aos estúdios magníficos e pioneiros da INVICTA, instalados na Quinta da Prelada (onde ainda há poucos anos eram visíveis vestígios do estúdio 1), pode servir de metáfora para a indiferença com que tem sido destruído o património histórico e artístico do Porto."

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

MAIS UM POUCO DA HISTÓRIA DO CONVENTO DE AVÉ-MARIA

[.../...] Decidiram então as freiras vender as casas do capelão, edifício independente do convento e situado para as bandas da rua do Loureiro. Pouco depois, seriam todas as pratas consideradas dispensáveis ao serviço religioso e, nos dias 5 e 9 de Dezembro de 1836, a cidade toda assiste, à porta do convento, ao leilão das preciosas alfaias. Sem deixar rasto, desaparecem um vaso grande ornado de pedras preciosas, custódias, cálices, salvas, purificadores, caldeiras e hissopes, castiçais, tinteiros e báculos – incluindo o da própria abadessa. Das peças vendidas, apenas é possível, hoje, encontrar rasto da última, presentemente guardada no Museu Nacional de Arte Antiga, em Lisboa. [...]
(continua)

EM
PORTO DESAPARECIDO
de
MARINA TAVARES DIAS
e MÁRIO MORAIS MARQUES


O convento naquele que deverá ser 
o mais divulgado dos postais ilustrados que o retratam; 
editado por volta de 1915, 
vários anos aós a sua demolição



sábado, 14 de dezembro de 2013

PORTO DESAPARECIDO
O original.
O de MARINA TAVARES DIAS
e MÁRIO MORAIS MARQUES.



POSTAIS A CORES, TAKE 2

Ultimamente, temos recebido inúmeras ofertas de postais ilustrados dos primórdios da moda dos bilhetes topográficos a cores (alguns impressos ainda antes da vulgarização das tipografias de rotativa). Alguns da década de 1950, outros dos anos 60 e 70. Agradecemos a todos os leitores que, tão gentilmente, nos sugerem novos capítulos baseados em iconografia recente. Afinal, a cidade tem mudado tanto nas últimas décadas...
Aqui estão alguns exemplos das ofertas, com um agradecimento a todos, por ser impossível agradecer individualmente.





sábado, 30 de novembro de 2013

PONTE LUIZ I

Excerto de capítulo do

PORTO DESAPARECIDO
de
MARINA TAVARES DIAS
e
MÁRIO MORAIS MARQUES

    « [...] Eiffel subscreveu um anteprojecto cujo tabuleiro inferior dispunha de uma ponte levadiça para dar passagem a navios até 35 metros de altura de mastreação, mas Seyrig foi o vencedor, embora tivesse apresentado a proposta mais dispendiosa. A ponte seria construída entre 1881 e 1886. O tabuleiro superior foi inaugurado a 31 de Outubro deste mesmo ano e a construção baptizada com o nome do monarca reinante Luiz I. [.../...] »





postais ilustrados edição Paulo Guedes, 
cromolitografia a partir de fototipia e fotografia da época.