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quinta-feira, 4 de julho de 2013

OS CAFÉS DO PORTO

EXCERTO DO CAPÍTULO 

OS CAFÉS DO PORTO


«Com o correr dos anos, a própria fachada do café, com o grande alpendre construído durante as primeiras obras de monta (terminadas em Agosto de 1916), viria a tornar-se, só por si, um «ex-libris» do Porto. Enquanto decorreram os trabalhos, e para não perder uma única hora de negócio, a firma construiu um anexo de madeira sob o toldo novo, e aí continuou a vender café e chá ao quilo. Anexando a loja que até então ocupara o gaveto para a Rua do Bonjardim, A Brasileira volta a expandir-se em 1930, altura em que é considerada o mais 'intelectual' dos cafés portuenses. Oito anos depois – 26 de Maio de 1938 – inaugura-se a remodelada sala central, em estilo já totalmente «modernista» (por oposição aos antigos interiores clássicos). A decoração fora encomendada a Januário Godinho, que se esmerara na escolha de espelhos franceses e frisos de alabastro do Vimioso, devidamente enquadrados pelos baixos-relevos do escultor Henrique Moreira.»

MARINA TAVARES DIAS


sexta-feira, 3 de maio de 2013

... E O MELHOR CAFÉ É O D'A BRASILEIRA


Interior da Brasileira antes das obras de remodelação levadas a cabo na década de 1930. Fotografia divulgada no capítulo sobre este CAFÉ DO PORTO. Em PORTO DESAPARECIDO de Marina Tavares Dias e Mário Morais Marques.

terça-feira, 16 de abril de 2013

CAFÉ GUARANY
na década de 1970

CAPÍTULO:
OS CAFÉS DO PORTO

ilustração de
PORTO DESAPARECIDO
DE
MARINA TAVARES DIAS
E
MÁRIO MORAIS MARQUES

quarta-feira, 27 de março de 2013

« Com o correr dos anos, a própria fachada do café, com o grande alpendre construído durante as primeiras obras de monta (terminadas em Agosto de 1916), viria a tornar-se, só por si, um «ex-libris» do Porto. Enquanto decorreram os trabalhos, e para não perder uma única hora de negócio, a firma construiu um anexo de madeira sob o toldo novo, e aí continuou a vender café e chá ao quilo. Anexando a loja que até então ocupara o gaveto para a Rua do Bonjardim, A Brasileira volta a expandir-se em 1930, altura em que é considerada o mais «intelectual» dos cafés portuenses. Oito anos depois – 26 de Maio de 1938 – inaugura-se a remodelada sala central, em estilo já totalmente «modernista» (por oposição aos antigos interiores clássicos). A decoração fora encomendada a Januário Godinho, que se esmerara na escolha de espelhos franceses e frisos de alabastro do Vimioso, devidamente enquadrados pelos baixos-relevos do escultor Henrique Moreira. »

PORTO DESAPARECIDO

MARINA TAVARES DIAS
e MÁRIO MORAIS MARQUES.
 
Excerto de capítulo. «A BRASILEIRA».

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

OS CAFÉS DA PRAÇA NOVA

PORTO DESAPARECIDO


CAPÍTULO OS CAFÉS DO PORTO




Quarteirão dos cafés Guichard e Camanho antes das demolições.
Postal editado por Arnaldo Soares,
usado como ilustração da história destes cafés,
no capítulo Os Cafés do Porto,
do livro PORTO DESAPARECIDO
de MARINA TAVARES DIAS
e MARIO MORAIS MARQUES.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Porto Desaparecido


EM BREVE


Porto Desaparecido


DE

 

 

Marina Tavares Dias

 





e Mário Marques

Porto Desaparecido é um projecto que pretende levar a história do Porto até ao grande público, através de um livro divulgador dos principais temas que constituem o passado e o imaginário da cidade.

Subdividido em capítulos distintos, o tema central abarca assuntos ainda hoje tão referenciais na memória da cidade como A Brasileira e outros ca

fés do Porto ou as velhas pontes sobre o Douro.

De modo pioneiro naquilo que à historiografia do Porto diz respeito, Porto Desaparecido acompanha cada texto com um levantamento iconográfico exaustivo, atravessando várias épocas e as obras de vários fotógrafos, pintores e ilustradores que, ao longo de décadas e décadas, fizeram a herança fotográfica da cidade.

Obra inédita entre os muitos livros já publicados sobre a capital do Norte, não se limita a historiar ou a ilustrar temas, reunindo antes estas duas vertentes numa só, e sistematizando de modo exemplar as informações tratadas. Porto Desaparecido destina-se a um público-alvo que inclui os conhecedores do património portuense, mas também a muitos daqueles que, até agora, não liam livros sobre a sua cidade.